Saiba mais sobre a doença que acometeu Justin Bieber

O cantor e ídolo teen Justin Bieber anunciou que foi diagnosticado com doença de Lyme.

Aqui no Brasil, essa doença  é chamada de Doença de Lyme símile brasileira (DLSB) ou síndrome de Baggio-Yoshinari (SBY), que foram os pesquisadores da doença aqui.

A doença é transmitida pela picada do carrapato, e aqui, pode ser por carrapatos que infestam animais silvestres ou domésticos, por exemplo boi, cavalo e cachorro.

A bactéria que causa os sintomas é a Borrelia burgdorferi. O sintoma inicial mais característico é o eritema migratório (EM), que acontece no local da picada. A pele fica com uma lesão avermelhada em volta da picada que surge de 4 a 30 dias após a picada e pode durar até 3 meses.

Tempos depois pode vir manifestações articulares, neurológicas, cardíacas e oculares. Há uma reação imunológica a infecção prévia pela bactéria que pode causar síndrome da fadiga crônica. O diagnóstico  na ausência do EM é bastante difícil e o teste para o diagnóstico pode ser falso positivo em várias situações, quando há outra doença autoimune, infecções e outras doenças crônicas.

O sintomas podem recorrer mesmo após o tratamento com antibiótico contra a bactéria, que é feito por 30 dias na fase aguda (aquela da lesão da pele) e por pelo 3 meses quando na fase crônica (quadro articular, neurológico, oftalmológico e cardíaco).

A fadiga é o sintoma mais comum  e que pode aparecer em qualquer  fase da doença.

Se estiver com algum desses sintomas procure um reumatologista para definir o seu diagnóstico e tratamento.

Dra. Lorenza Silvério

Médica Clínica Geral e Reumatologista da Clínica Move

Bursite, ela é sempre a causa do problema?

Um diagnostico muito comum, mas muitas vezes é a consequência do problema!

A bursa é uma estrutura de membranas finas, normalmente com pequena ou nenhuma quantidade de líquido. Semelhante a uma bolsa, ela serve para proteger do atrito algumas partes do corpo, principalmente entre o osso e outra estrutura móvel, como tendão ou músculo. Elas de distribuem pelo corpo todo, principalmente no ombro e quadril, articulações bastante móveis. Mas será que a dor ou o problema vem somente da bursite?

Quando há um trauma em uma região com grande quantidade de bursa, como por exemplo uma queda batendo a lateral do quadril, a bursa aumenta de tamanho como um mecanismo de proteção, gerando uma inflamação com dor, calor, vermelhidão e aumento de volume. Nesse situação especifica  a dor e proveniente do aumento da bursa e a sua inflamação como a causa do problema e foco do tratamento. Além do trauma, algumas condições reumatológicas, infecciosas e metabólicas também podem causar inflamação aguda da bursa e ela ser também a causa do problema. O tratamento consiste em  anti-inflamatórios, analgésicos, fisioterapia cara diminuir a inflamação e eventualmente aspiração do conteúdo da Bursa  e infiltração de medicamentos.

No entanto, na maioria dos casos a bursa aumenta de tamanho por condições crônicas, não relacionadas a um trauma ou doença inflamatória. Isso quer dizer que o aumento da bursa pode ser consequência de um problema inicial!  Por exemplo, uma sobrecarga postural durante o trabalho ou mesmo um atleta fazendo um gesto esportivo inadequado pode levar a uma bursite. Quando a bursa aumenta de tamanho em condições crônicas, normalmente o tendão já está inflamado também. Nesse caso, medidas anti-inflamatórias ou aspirações/infiltrações podem ser necessárias para ajudar no processo de reabilitação, mas o foco do tratamento consiste em entender o mecanismo de movimento que causou a sobrecarga naquela estrutura e a potencial lesão que está por trás do aumento da bursa. Se for uma alteração na postura ou no gesto esportivo, esses movimentos precisam ser corrigidos.

 

Portanto, entender qual o mecanismo de lesão e os fatores de risco associados é a chave do tratamento! Assim, podemos tratar a causa e não somente a consequência, conseguindo melhores resultados e fazendo com que as infiltrações ou qualquer outro procedimento médico que seja proposto tenha melhores resultados.

 

Dr Marcelo Machado Arantes

Médico do Esporte. Tratamento de Dor

CRM SP 159433

 

O exercício pode melhorar a função cerebral?

O Comprometimento Cognitivo Leve é uma síndrome caracterizada por alteração cognitiva, mas com as funções do dia-a-dia relativamente preservadas. Pode ser considerado, em alguns casos, uma transição entre a normalidade e demência, ou um estágio com poucos sintomas de doenças degenerativas, como a doença de Alzheimer.  Pode ocorrer comprometimento isolado da memória ou de várias funções cognitivas.

Estilo de vida saudável com atividades físicas, de leitura, palavras cruzadas, entre outras e de lazer regulares; bom engajamento social; aumento no consumo de peixes, redução no consumo de gorduras e açúcares; e controle dos fatores de risco vasculares, podem ter vantagens potenciais em retardar a demência.

Atividade física é amplamente indicada em idosos como estratégia para promoção de saúde, manutenção de capacidade funcional e como prevenção de várias doenças como hipertensão arterial, diabetes, osteoporose, osteoartrose, obesidade e depressão. O exercício físico aeróbio e de força muscular exercem efeitos positivos no desempenho cognitivo tanto em idosos, quanto em indivíduos com comprometimento cognitivo leve.

Dra. Ana Lucia de Sá Pinto
Pediatra e Médica do Exercício e Esporte
Clínica Move

O que é Tratamento com Toxina Botulínica?

A Síndrome miofascial é uma causa frequente de dor crônica e caracteriza-se por uma contratura muscular sustentada, com a presença de pontos musculares dolorosos à palpação, chamados de pontos gatilhos.

Geralmente ocorre pelo estresse excessivo sobre os músculos como: movimentos repetitivos; erros de postura; falta de condicionamento físico; distensão muscular; sobrecarga mecânica e estresse emocional. É muito comum nos dias de hoje pelo tempo excessivo nos computadores ou smartphones, e por práticas de atividade esportivas incorretas.

A base do tratamento é a correção postural e um trabalho de força e resistência muscular adequados, porém, muitas vezes as medidas medicamentosas  e procedimentos médicos (como o agulhamento) também são necessários.

A primeira escolha no tratamento da Síndrome  Miofascial  é o agulhamento do ponto gatilho. Esse é um procedimento feito exclusivamente pelo médico, rápido e seguro, realizado no consultório e extremamente efetivo. Trata-se da quebra mecânica da contratura muscular com a ação da agulha e traz a vantagem do menor uso de medicações orais.

Outro recurso no tratamento desta síndrome dolorosa é a aplicação da toxina botulínica.  A toxina botulínica é uma boa opção terapêutica, reduzindo a hiperatividade muscular e interrompendo o ciclo espasmo-dor. Estudos recentes, sugeriram que a neurotoxina pode agir de duas formas: primeiro, com suas ações neuromusculares, inibindo a liberação de acetilcolina o que reduz as contrações musculares; segundo, com a supressão da secreção de agentes pró-inflamatórios que modulam diretamente a transmissão da dor. Também realizado em consultório, sem a necessidade de nenhum preparo prévio, é um procedimento relativamente simples porém de indicação precisa e técnica especializada, também feito exclusivamente pelo médico.

Dra. Milene Ferreira
Fisiatra e Geriatra da Clínica Move

Vocês sabem o que é Algofobia e Cinesiofobia ?

A Algofobia é o medo da sensação de dor, e a Cinesiofobia é o medo de executar certos movimentos que são associados a dor.                  Os pacientes que sofrem de Algofobia ou Cinesiofobia ficam limitados em suas atividades e param de realizar muitas tarefas do dia a dia. Com isso acabam ficando mais tempo sentados ou deitados como uma forma de “se proteger” e o exercício físico se torna algo impossível de fazer.

O indivíduo entra em um ciclo vicioso, ele não se movimenta por dor e sente dor ao se movimentar, e como já sabemos quanto mais tempo sedentário mais dor o paciente vai sentir.

Os pacientes com dor crônica tem mais receio em realizar atividades e ele são mais sensíveis à dor, pois, acreditam que o movimento vai aumentar a dor ou reincidir alguma lesão.

Muitas vezes optam apenas por um tratamento medicamentoso, que para eles é considerado mais “seguro”, mas é fundamental adaptar este corpo ao movimento e se desprender do medo, uma vez que já está bem estabelecido a importância dos exercícios terapêuticos e físicos para o tratamento da dor.

Muitas vezes esses pacientes necessitam de acompanhamento psicológico para lidarem com essas fobias.

Durante o tratamento fisioterápico, para a quebra dessa fobia é necessário o acompanhamento de um fisioterapeuta com experiência em pacientes com dor crônica. Durante as sessões o fisioterapeuta precisa explicar a importância do fortalecimento muscular, dos exercícios de flexibilidade e da biomecânica para o sucesso do tratamento, e principalmente deixar claro o paciente que a progressão será lenta, para  deixa-lo seguro que ele não sentirá nenhum incômodo.

 

Bárbara Hossni Espinhel

Fisioterapeuta da Clínica Move

Correr aumenta o risco de ter osteoartrose?

Este ano, uma importante revista na área de Ortopedia e Fisioterapia, o JOSPT,  publicou um estudo baseado em uma revisão sistemática sobre o tema  prática de corrida e risco de desenvolver Osteoartrose (OA) nos quadris e nos joelhos.

A corrida é o exercício mais praticada no mundo. Isso decorre do seu baixo custo de execução, da facilidade do aprendizado e dos benefícios à saúde, como perda de peso, diminuição do colesterol, redução do estresse e condicionamento cardiovascular. Por ser altamente recomendada em diversas situações, surgiu a dúvida sobre o quanto essa atividade de impacto poderia acelerar um desgaste da cartilagem articular e assim desenvolver a osteoartrose.

Sabemos que o risco de OA no esporte está relacionado diretamente com lesões prévias na articulação, descarga de peso aplicada sobre essa articulação durante o gesto esportivo, intensidade de treinamento e nível competitivo. Especificamente no caso da corrida os resultados  ainda são contraditórios

Nesse sentido, esse estudo da JOSPT foi inovador pois analisou 17 trabalhos, com 114.829 indivíduos.  Os resultados mostraram que apenas 3,5% dos corredores recreativos tiveram osteoartrose do joelho ou quadril, independente do gênero. Indivíduos sedentários tiveram uma taxa de 10,2% de desenvolvimento de OA de quadril ou joelho. Indivíduos que praticaram a corrida de forma competitiva mostraram um risco 13,3.

Em síntese, o que esse estudo demostrou é que os corredores recreativos tem um risco menor de osteoartrose se comparados com corredores competitivos e indivíduos sedentários. Isso mostra que um estilo de vida mais sedentário ou uma longa exposição a corridas de alto volume e / ou de alta intensidade são associados à OA de quadril e joelho. É importante ressaltar que não foi possível determinar se essas associações foram causadoras ou confundidas por outros fatores de risco, como lesão anterior e IMC.

 

Fisioterapeuta Tiago Bozzo

Clínica Move

REFERÊNCIA: http://www.jospt.org/doi/pdf/10.2519/jospt.2017.7137

Em pdf: http://www.jospt.org/doi/pdf/10.2519/jospt.2017.0505

Workshop: Controle Motor Aplicado à Ortopedia

uma visão diferenciada para prática clínica

Curso teórico-prático que tem como foco mostrar como os aspectos de controle motor, deixados de lado no manejo de pacientes ortopédicos, possuem fundamental importância para a melhora destes pacientes.

O curso também abordará o conceito de funcionalidade e ajudará, através do melhor entendimento sobre os princípios biomecânicos e de controle motor, na construção do raciocínio clínico para a abordagem terapêutica na reabilitação de pacientes ortopédicos.

Data: 03, 04, 24 e 25 de Agosto
Horário: 8h-18h aos sábados e 8-12h aos domingos

PROGRAMA DO CURSO:

CONTROLE MOTOR APLICADO À ORTOPEDIA
– entendendo o movimento

INTEGRAÇÃO SENSORIAL  E SUA IMPLICAÇÃO TERAPÊUTICA
– aspectos do sistema somatossensorial e vestibular e a pática clínica

ABORDAGEM NEUROLÓGICA NA PRÁTICA ORTOPÉDICA
– exercícios e conceitos

EXERCÍCIO FUNCIONAL
– definindo os conceitos

EXERCÍCIO FUNCIONAL X FORTALECIMENTO
– o que a literatura nos mostra

BIOMECÂNICA FUNCIONAL
– entendendo a causa central

CONSTRUINDO A LINHA DE RACIOCÍNIO PARA CRIAÇÃO DE EXERCÍCIOS FUNCIONAIS

PRÁTICA CLÍNICA
– tronco
– MMSS
– MMII

Investimento: R$ 980,00
Estudante e colaboradores da Clínica Move: R$ 783,00

CLIQUE AQUI para fazer sua inscrição!

Ministrante: Juliana Thomé Gasparin

Fisioterapeuta graduada pelo Centro Universitário São Camilo, especialista em Reeducação Funcional da Postura e Movimento pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e Mestre em Ciências pelo Programa de Neurociências e Comportamento do Instituto de Psicologia da USP. Atuou como supervisora responsável pelos ambulatórios de Neurologia, Reumatologia, Esporte, Urofuncional e Gastroenterologia dos cursos de especialização em fisioterapia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, sendo responsável pelas atividades acadêmcas vinculadas aos seus ambulatórios e aos cursos de Reeducação Funcional da Postura e Movimento, Gerontologia e Saúde da Mulher. Também atuou como supervisora da Liga de Reeducação Funcional da Postura e Movimento do HCFMUSP. Atualmente trabalha com avaliação biomecânica funcional e atendimento clínico de pacientes com queixas musculoesqueléticas.

Para dúvidas e maiores informações escreva para juthome21@gmail.com

Você também pode baixar o PDF com todas as informações sobre o Workshop, basta clicar aqui!

Para se inscrever CLIQUE AQUI!

 

O que é Ventosaterapia?

A ventosaterapia é uma técnica milenar de medicina alternativa que emprega ventosas. A técnica consiste em acender líquido inflamável dentro de copos redondos de vidro. Uma vez que a chama se apaga, forma-se um vácuo parcial no interior do copo. A diferença entre a pressão interior e exterior acaba por gerar uma força de sucção, estimulando o fluxo sanguíneo e deixando os círculos vermelhos, que desaparecem entre três e quatro dias.

Não existe um consenso na literatura sobre o beneficio dessa técnica, mas os atletas recreativos e competitivos relatam melhora das dores musculares e recuperação da fadiga pós treino  e competições.

 

Daniela Imoto
Fisioterapeuta da Clínica Move

O que é RED-S?

Saiba como essa síndrome pode afetar a performance e saúde de um atleta

A tríade da atleta feminina é uma síndrome conhecida pelos  Médicos do Esporte e técnicos, e se caracteriza por uma combinação de baixo aporte energético, ausência de menstruação e enfraquecimento do tecido ósseo, que pode levar a osteoporose. No entanto, de acordo com um consenso médico mais recente,  a tríade hoje é considerada apenas uma pequena parte de um problema maior, conhecido no meio científico como RED-S.

Relative Energy Deficiency in SportRED-S é o desequilíbrio  entre o aporte calórico necessário e o gasto energético durante a prática de esporte.

Essa síndrome não distingue gênero feminino ou masculino, e acontece porque muitas vezes o atleta acredita que vai melhorar a sua performance se conseguir baixar o seu peso, por meio de uma restrição alimentar aliada  a aumento no volume de treino.  Esse padrão acaba gerando um efeito oposto, já que a  RED-S provoca um comprometimento da saúde e performance a curto e  longo-prazo. Atletas que tem baixa disponibilidade energética podem desenvolver:

  • deficiências nutricionais
  • alterações hormonais (como a ausência de menstruação)
  • fadiga crônica
  • maior risco de infecções
  • diminuição da capacidade aeróbia e força muscular
  • redução da coordenação motora do gesto motor
  • alterações do sono

A manutenção crônica dessa deficiência energética implica também em alterações tardias no sistema cardiovascular (por alteração dos lípides e disfunção do endotélio – a parede dos vasos), na redução da síntese proteica, osteoporose e lesões nos tendões e músculos

Portanto, alguns pontos devem ser bem claros para os atletas profissionais e recreativos para evitar o surgimento da RED-S:

  1. A falta da menstruação na atleta feminina NÃO é uma situação normal de treino, pode ser um primeiro sintoma da síndrome RED-S.
  2. Se o volume de treino aumenta durante a temporada, o aporte energético também deve subir, para se manter um balanço energético adequado.
  3. Atenção para treino exagerado e contínuo, sem fases regenerativas.
  4. Cuidado ao se perseguir um biótipo ideal para melhorar a performance. Muitas vezes o peso absoluto final não pode ser o principal fator determinante da performance. A perda de peso excessiva pode implicar em perda de força e, consequentemente, de performance.

Portanto, fique atento ou atenta se o seu rendimento começar a cair de forma inexplicada. Você pode estar iniciando uma Síndrome RED-S.

Saiba Mais, clique aqui e baixe o pdf: 

Dra. Fernanda Lima
Médica da Clínica Move

 

Meu filho não gosta de nenhum esporte, e agora?

Existem crianças e adolescentes que não gostam dos esportes competitivos, mas isso não significa que eles não queiram fazer nada!

As crianças são ótimas “absorvedoras de comportamentos”. O que isso significa? Se elas observam seus pais ou responsáveis dentro de casa nos smartphones ou computadores, elas vão seguir esse mesmo comportamento, se tornando crianças sedentárias desde a primeira infância.  Atualmente até existem piadas sobre isso porque anos atrás precisávamos pedir para as crianças saírem da rua e voltarem para a casa, e hoje é exatamente o contrário, precisamos pedir para as crianças e adolescentes saírem do sofá e fazerem alguma atividade física.

Outro ponto importante a ser considerado é que não é porque os pais ou responsáveis foram atletas competitivos ou têm uma prática intensa de exercícios físicos que as crianças precisam treinar como eles.

Várias são as possibilidades esportivas:

  • lutas, dança, esportes tradicionais (futebol, basquete, vôlei, handebol, tênis, natação)
  • esportes outdoor (surf, escalada, skate, patins, bicicleta)
  • esportes radicais (rafting, tirolesa, rapel)
  • remo, golf, esgrima, squash, futebol americano, rugby, softbol e basebol, entre tantos outros.

A ideia é fazer com que as crianças se tornem ativas, e o que devemos fazer?

  • Os pais ou responsáveis precisam mostrar possibilidades de atividades físicas e esportes para as crianças.
  • Os pais ou responsáveis precisam estar engajados com as crianças, não adianta os pais quererem que seus filhos sejam ativos se eles mesmos não fazem nenhuma atividade.
  • Crianças de 2-5 anos devem fazer 2 horas atividade física moderada-intensa por dia.
  • Crianças de 5-17 anos pelo menos 1 hora de atividade física moderada-intensa por dia.
  • Máximo de 2 horas por dia em atividades sentadas (jogos e TV).
  • Não permitam que as crianças fiquem mais de hora em tempo sedentário

 

O desafio não é fácil, mas se todos estiverem envolvidos o sucesso com certeza será mais fácil!

Dra. Ana Lucia de Sá Pinto
Pediatra e Médica do Exercício e Esporte da Clínica Move