Correr aumenta o risco de ter osteoartrose?

Este ano, uma importante revista na área de Ortopedia e Fisioterapia, o JOSPT,  publicou um estudo baseado em uma revisão sistemática sobre o tema  prática de corrida e risco de desenvolver Osteoartrose (OA) nos quadris e nos joelhos.

A corrida é o exercício mais praticada no mundo. Isso decorre do seu baixo custo de execução, da facilidade do aprendizado e dos benefícios à saúde, como perda de peso, diminuição do colesterol, redução do estresse e condicionamento cardiovascular. Por ser altamente recomendada em diversas situações, surgiu a dúvida sobre o quanto essa atividade de impacto poderia acelerar um desgaste da cartilagem articular e assim desenvolver a osteoartrose.

Sabemos que o risco de OA no esporte está relacionado diretamente com lesões prévias na articulação, descarga de peso aplicada sobre essa articulação durante o gesto esportivo, intensidade de treinamento e nível competitivo. Especificamente no caso da corrida os resultados  ainda são contraditórios

Nesse sentido, esse estudo da JOSPT foi inovador pois analisou 17 trabalhos, com 114.829 indivíduos.  Os resultados mostraram que apenas 3,5% dos corredores recreativos tiveram osteoartrose do joelho ou quadril, independente do gênero. Indivíduos sedentários tiveram uma taxa de 10,2% de desenvolvimento de OA de quadril ou joelho. Indivíduos que praticaram a corrida de forma competitiva mostraram um risco 13,3.

Em síntese, o que esse estudo demostrou é que os corredores recreativos tem um risco menor de osteoartrose se comparados com corredores competitivos e indivíduos sedentários. Isso mostra que um estilo de vida mais sedentário ou uma longa exposição a corridas de alto volume e / ou de alta intensidade são associados à OA de quadril e joelho. É importante ressaltar que não foi possível determinar se essas associações foram causadoras ou confundidas por outros fatores de risco, como lesão anterior e IMC.

 

Fisioterapeuta Tiago Bozzo

Clínica Move

REFERÊNCIA: http://www.jospt.org/doi/pdf/10.2519/jospt.2017.7137

Em pdf: http://www.jospt.org/doi/pdf/10.2519/jospt.2017.0505

Workshop: Controle Motor Aplicado à Ortopedia

uma visão diferenciada para prática clínica

Curso teórico-prático que tem como foco mostrar como os aspectos de controle motor, deixados de lado no manejo de pacientes ortopédicos, possuem fundamental importância para a melhora destes pacientes.

O curso também abordará o conceito de funcionalidade e ajudará, através do melhor entendimento sobre os princípios biomecânicos e de controle motor, na construção do raciocínio clínico para a abordagem terapêutica na reabilitação de pacientes ortopédicos.

Data: 03, 04, 24 e 25 de Agosto
Horário: 8h-18h aos sábados e 8-12h aos domingos

PROGRAMA DO CURSO:

CONTROLE MOTOR APLICADO À ORTOPEDIA
– entendendo o movimento

INTEGRAÇÃO SENSORIAL  E SUA IMPLICAÇÃO TERAPÊUTICA
– aspectos do sistema somatossensorial e vestibular e a pática clínica

ABORDAGEM NEUROLÓGICA NA PRÁTICA ORTOPÉDICA
– exercícios e conceitos

EXERCÍCIO FUNCIONAL
– definindo os conceitos

EXERCÍCIO FUNCIONAL X FORTALECIMENTO
– o que a literatura nos mostra

BIOMECÂNICA FUNCIONAL
– entendendo a causa central

CONSTRUINDO A LINHA DE RACIOCÍNIO PARA CRIAÇÃO DE EXERCÍCIOS FUNCIONAIS

PRÁTICA CLÍNICA
– tronco
– MMSS
– MMII

Investimento: R$ 980,00
Estudante e colaboradores da Clínica Move: R$ 783,00

CLIQUE AQUI para fazer sua inscrição!

Ministrante: Juliana Thomé Gasparin

Fisioterapeuta graduada pelo Centro Universitário São Camilo, especialista em Reeducação Funcional da Postura e Movimento pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e Mestre em Ciências pelo Programa de Neurociências e Comportamento do Instituto de Psicologia da USP. Atuou como supervisora responsável pelos ambulatórios de Neurologia, Reumatologia, Esporte, Urofuncional e Gastroenterologia dos cursos de especialização em fisioterapia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, sendo responsável pelas atividades acadêmcas vinculadas aos seus ambulatórios e aos cursos de Reeducação Funcional da Postura e Movimento, Gerontologia e Saúde da Mulher. Também atuou como supervisora da Liga de Reeducação Funcional da Postura e Movimento do HCFMUSP. Atualmente trabalha com avaliação biomecânica funcional e atendimento clínico de pacientes com queixas musculoesqueléticas.

Para dúvidas e maiores informações escreva para juthome21@gmail.com

Você também pode baixar o PDF com todas as informações sobre o Workshop, basta clicar aqui!

Para se inscrever CLIQUE AQUI!

 

O que é Ventosaterapia?

A ventosaterapia é uma técnica milenar de medicina alternativa que emprega ventosas. A técnica consiste em acender líquido inflamável dentro de copos redondos de vidro. Uma vez que a chama se apaga, forma-se um vácuo parcial no interior do copo. A diferença entre a pressão interior e exterior acaba por gerar uma força de sucção, estimulando o fluxo sanguíneo e deixando os círculos vermelhos, que desaparecem entre três e quatro dias.

Não existe um consenso na literatura sobre o beneficio dessa técnica, mas os atletas recreativos e competitivos relatam melhora das dores musculares e recuperação da fadiga pós treino  e competições.

 

Daniela Imoto
Fisioterapeuta da Clínica Move

“No pain no gain”, isso é verdade?!

A dor tem sido difundida como um fator inerente ao esporte e ao ganho de resultado, seja massa muscular, performance ou qualquer outro aspecto físico, e até mesmo mental.

Várias pessoas usam a frase “no pain no gain” como um estímulo para os seus treinos. Entretanto, devemos ter muito cuidado com essa ideia difundida na cultura popular do esporte e das academias. Dor muscular tardia, uma condição fisiológica de desconforto muscular no dia seguinte ao treino é uma condição dolorosa normal e esperada após uma sessão mais intensa de treino ou retorno ao esporte/atividade física. No entanto, dor durante a execução do movimento ou dor persistente logo apos a atividade física liga um sinal de alerta!

Sabemos que o esporte de alto rendimento as vezes é deletério em alguns aspectos da saúde geral. Os atletas profissionais são forçados ao limite e o histórico de lesões pode deixar o atleta numa condição de ter sempre que superar a dor durante o decorrer da carreira. Mas não devemos generalizar isso para todos os praticantes de atividade física e esportistas. Se algo esta desconfortável durante a execução do movimento, uma analise mais individualizada deve ser feita. Correção de gesto esportivo, controle de carga, analise dos aspectos clínicos, nutricionais e fisiológicos, inúmeros aspectos passíveis de análise e correção, que podem ser gerenciados pelo Médico do Exercício e do Esporte e trabalhados em equipe.

Quando a dor se torna persistente, o que chamamos dor crônica, pode ser necessário uma intervenção. Para isso, há inúmeras ferramentas para otimizar a recuperação:

  • Eletroacupuntura
  • Agulhamento a seco
  • Terapia por ondas de choque
  • Infiltrações com técnicas e medicamentos variados, como a toxina botulínica

 

No final, tudo depende de uma boa analise inicial do Médico do Exercício e do Esporte e o trabalho em equipe com outros profissionais.

Então, “no pain no gain” não deve ser uma premissa levada a rigor. O que observamos é que muitos atletas, principalmente os amadores, tentam superar dores que seriam passíveis de correção caso houvesse uma analise mais detalhada da origem da dor e a orientação ou intervenção adequada. Mesmo para os atletas de alto rendimento e com histórico já crônico de lesões, também pode haver recurso para que o transcorrer da carreira não tenha que ser pautado somente na frase “no pain no gain”.

 

Dr. Marcelo Machado Arantes.

Médico do Exercício e do Esporte, com especializações em Dor e Acupuntura da Clínica Move

PALESTRA: Biomecânica da Corrida – entenda as principais fontes de lesão

Para você, corredor, que quer entender quais são os principais erros de movimento durante a corrida e como isso pode influenciar em sua performance e lesão, essa palestra explicará, de forma simples e através de exemplos práticos, qual a biomecânica correta da corrida, fornecendo maior consciência para a prática adequada do esporte.

Público alvo: praticantes de corrida

Inscrição: 1Kg Alimento (arroz, feijão ou macarrão) que serão doados para o Lar Nossa Senhora Aparecida.

Data: 13/04 – 10h às 12h


No dia da palestra terá o sorteio de uma
Avaliação Biomecânica!

Para que a inscrição seja efetuada é necessário preencher este formulário abaixo:

Nome Completo (obrigatório)

CPF (Obrigatório)

E-mail (obrigatório)

Celular

Pratica corrida regular?

Já teve lesão na corrida?

Tem dor atualmente para correr?

Como ficou sabendo do Workshop?
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Ministrante: Juliana Thomé Gasparin

Fisioterapeuta graduada pelo Centro Universitário São Camilo, especialista em Reeducação Funcional da Postura e Movimento pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e Mestre em Ciências pelo Programa de Neurociências e Comportamento do Instituto de Psicologia da USP. Atuou como supervisora responsável pelos ambulatórios de Neurologia, Reumatologia, Esporte, Urofuncional e Gastroenterologia dos cursos de especialização em fisioterapia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, sendo responsável pelas atividades acadêmcas vinculadas aos seus ambulatórios e aos cursos de Reeducação Funcional da Postura e Movimento, Gerontologia e Saúde da Mulher. Também atuou como supervisora da Liga de Reeducação Funcional da Postura e Movimento do HCFMUSP. Atualmente trabalha com avaliação biomecânica funcional e atendimento clínico de pacientes com queixas musculoesqueléticas.

Para dúvidas e maiores informações escreva para juthome21@gmail.com

Clique aqui e conheça mais sobre o Lar Nossa Senhora Aparecida.

O que é RED-S?

Saiba como essa síndrome pode afetar a performance e saúde de um atleta

A tríade da atleta feminina é uma síndrome conhecida pelos  Médicos do Esporte e técnicos, e se caracteriza por uma combinação de baixo aporte energético, ausência de menstruação e enfraquecimento do tecido ósseo, que pode levar a osteoporose. No entanto, de acordo com um consenso médico mais recente,  a tríade hoje é considerada apenas uma pequena parte de um problema maior, conhecido no meio científico como RED-S.

Relative Energy Deficiency in SportRED-S é o desequilíbrio  entre o aporte calórico necessário e o gasto energético durante a prática de esporte.

Essa síndrome não distingue gênero feminino ou masculino, e acontece porque muitas vezes o atleta acredita que vai melhorar a sua performance se conseguir baixar o seu peso, por meio de uma restrição alimentar aliada  a aumento no volume de treino.  Esse padrão acaba gerando um efeito oposto, já que a  RED-S provoca um comprometimento da saúde e performance a curto e  longo-prazo. Atletas que tem baixa disponibilidade energética podem desenvolver:

  • deficiências nutricionais
  • alterações hormonais (como a ausência de menstruação)
  • fadiga crônica
  • maior risco de infecções
  • diminuição da capacidade aeróbia e força muscular
  • redução da coordenação motora do gesto motor
  • alterações do sono

A manutenção crônica dessa deficiência energética implica também em alterações tardias no sistema cardiovascular (por alteração dos lípides e disfunção do endotélio – a parede dos vasos), na redução da síntese proteica, osteoporose e lesões nos tendões e músculos

Portanto, alguns pontos devem ser bem claros para os atletas profissionais e recreativos para evitar o surgimento da RED-S:

  1. A falta da menstruação na atleta feminina NÃO é uma situação normal de treino, pode ser um primeiro sintoma da síndrome RED-S.
  2. Se o volume de treino aumenta durante a temporada, o aporte energético também deve subir, para se manter um balanço energético adequado.
  3. Atenção para treino exagerado e contínuo, sem fases regenerativas.
  4. Cuidado ao se perseguir um biótipo ideal para melhorar a performance. Muitas vezes o peso absoluto final não pode ser o principal fator determinante da performance. A perda de peso excessiva pode implicar em perda de força e, consequentemente, de performance.

Portanto, fique atento ou atenta se o seu rendimento começar a cair de forma inexplicada. Você pode estar iniciando uma Síndrome RED-S.

Saiba Mais, clique aqui e baixe o pdf: 

Dra. Fernanda Lima
Médica da Clínica Move

 

Quando poderei voltar a praticar o meu esporte?

Você já deve ter perguntado para algum médico ou fisioterapeuta: “Quando poderei voltar a jogar, correr ou a praticar o meu esporte?” Provavelmente, sim!!! Posso afirmar que essa resposta não é nada fácil de ser respondida. Ai, você pensa… Lá vem ele falar de um monte de informação e me confundir mais do que ajudar. Realmente, por ser uma resposta complexa temos muitos fatores envolvidos.

Em 2016 em uma conferencia mundial de reabilitação reuniram-se vários pesquisadores da área e criaram um consenso sobre essa decisão.

https://bjsm.bmj.com/content/bjsports/50/14/853.full.pdf

Nós estamos longe de ter todas as respostas, mas, já estamos organizando critérios claros para organizarmos o seu retorno. E a palavra “CRITÉRIO” é chave nessa decisão. Quando criamos critérios precisos conseguimos que o esportista e o atleta tenham noção em que fase estão e onde querem chegar.

Vamos agora entrar em um ambiente mais técnico da decisão de retorno ao esporte.
Muitas vezes a midia ou nos mesmos nos perguntamos em quanto tempo vamos voltar, e a melhor resposta é “ DEPENDE”. Depende literalmente de você:

  •  Qual o nível de condicionamento você está no momento da lesão?
  • Qual o nível você está no momento da reabilitação?
  • Qual o nível você deseja participar nos esportes?

Esse mesmo consenso traz algumas imagens interessantes para entender que retornar ao esporte é uma fase intermediaria a voltar a ter resultados. Para o médico/fisioterapeuta, para o atleta/esportista e para o treinador retornar pode ter diferentes significados. Você pode querer apenas jogar uma bola de qualquer jeito no final de semana, mas você também pode querer jogar bola e perder peso, melhorar sua força, condicionamento ou até mesmo sua técnica.

Retornar em um menor tempo parece traduzir que o tratamento foi excelente, pode até ser.
Mas hoje em dia temos que verificar se ao longo daquela temporada, que você esta voltando, você teve ou terá outras intercorrências que possam estar associadas a lesão inicial. E essa última dúvida tem uma resposta simples, “SIM” lesões novas ou “relesões” estão associadas as lesões prévias e a reabilitação moderna e de qualidade tenta relacionar tudo isso e minimizar a causa base ou inicial.

Por isso, retornar ao seu esporte para mim, e para a Medicina do Esporte, é aquele momento onde temos a convicção de que você esta apto a desempenhar seu esporte de maneira segura, com menor riscos possível, e se você treinar, se alimentar e descansar adequadamente em pouco tempo seus resultados virão. Boa sorte e bons treinos!

Dr. Felipe Hardt
Medico do Exercício e Esporte da Clínica Move

Cuidados com a saúde

A cardiologista da Clínica Move, Dra. Luciana Janot, participou do programa Canal Livre da Band na semana passada. Alguns dos assuntos abordados foram: a importância dos exercícios físicos e da alimentação para o controle de doenças cardiovasculares, a importância da medicina preventiva antes de iniciar exercícios físicos e problemas cardíacos em crianças.

Confira a entrevista:

Parte 1 – https://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?idS=61974&id=16597053&t=cuidados-com-a-saude-%E2%80%93-parte-1

Parte 2 – https://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?idS=61974&id=16597054&t=cuidados-com-a-saude-%E2%80%93-parte-2

Parte 3 – https://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?idS=61974&id=16597052&t=cuidados-com-a-saude-%E2%80%93-parte-3

Tratamento farmacológico para Obesidade

O tratamento da obesidade é complexo e multidisciplinar e tem como alicerce a modificação do estilo de vida, com dieta saudável, aumento da atividade física e mudanças comportamentais. Infelizmente, o percentual de pacientes que não obtêm resultados satisfatórios com medidas conservadoras é alto; nesses casos o uso de medicamentos deve ser considerado.

O tratamento farmacológico deve ser implementado como adjuvante da modificação dos hábitos de vida relacionados com orientações nutricionais para diminuir o consumo de calorias na alimentação e exercícios físicos para aumentar o gasto calórico. O tratamento farmacológico não deve ser usado como tratamento na ausência de outras medidas não farmacológicas, pois não existe nenhum tratamento farmacológico em longo prazo que não envolva mudança de estilo de vida.

Tudo deve ser individualizado, sob supervisão médica contínua e mantido enquanto seguro e efetivo. A escolha do tratamento deve basear-se na gravidade do problema e na presença de complicações associadas. Os medicamentos recomendados para tratamento da obesidade no Brasil devem ser prescritos por médico especialista capacitado e bem informado sobre o produto, considerando os possíveis riscos do medicamento em relação aos potenciais benefícios da perda de peso para cada paciente.

Os medicamentos para tratamento da obesidade não devem ser prescritos durante a gestação e a amamentação. A prescrição de múltiplos princípios ativos para manipulação em uma única cápsula deve ser evitada, pois podem causar interações medicamentosas imprevisíveis por alterar a farmacocinética e a biodisponibilidade dos seus componentes.

Fórmulas contendo associação medicamentosa de substâncias anorexígena entre si ou com ansiolíticos, diuréticos, hormônios ou extratos hormonais e laxantes, também podem ser potencialmente prejudiciais.

É importante determinar metas de perda de peso realistas mas significativas. Embora a perda de peso sustentada de 3% a 5% do peso já possa levar a reduções significativas em alguns fatores de risco cardiovasculares, perdas de peso maiores produzem maiores benefícios.

Uma meta inicial de perda de 5% a 10% do peso inicial em 6 meses é factível. Vale ressaltar que o tratamento farmacológico da obesidade não cura a obesidade, que é uma doença crônica que tende a recorrer após a perda de peso. Por isso, pessoas obesas devem ter contato em longo prazo com profissionais de saúde com experiência no seu tratamento (endocrinologistas, nutricionistas, educadores físicos e psicólogos).

O tratamento farmacológico pode ser mantido mesmo após a chegada ao peso ideal, para evitar o reganho. Após a perda de peso, ocorrem uma série de alterações hormonais e metabólicas que favorecem o aumento do apetite e a redução do gasto metabólico, tornando a fase de manutenção tão ou até mais difícil que a de perda. Ignorar essa fase e suspender precocemente o tratamento pode ser um erro que leve ao reganho de peso.

É importante você procurar um médico endocrinologista para ajuda-lo nesse processo!

 

Dra. Mirela Miranda

Endocrinologista da Clínica Move

PALESTRA: Biomecânica da Corrida – entenda as principais fontes de lesão

INSCRIÇÕES ENCERRADAS!

Para você, corredor, que quer entender quais são os principais erros de movimento durante a corrida e como isso pode influenciar em sua performance e lesão, essa palestra explicará, de forma simples e através de exemplos práticos, qual a biomecânica correta da corrida, fornecendo maior consciência para a prática adequada do esporte.

Público alvo: praticantes de corrida

Inscrição: 1Kg Alimento (arroz, feijão ou macarrão) que serão doados para o Lar Nossa Senhora Aparecida.

Data: 08/12 – 10h às 12h

No dia da palestra terá o sorteio de uma Avaliação Biomecânica!

 

Ministrante: Juliana Thomé Gasparin

Fisioterapeuta graduada pelo Centro Universitário São Camilo, especialista em Reeducação Funcional da Postura e Movimento pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e Mestre em Ciências pelo Programa de Neurociências e Comportamento do Instituto de Psicologia da USP. Atuou como supervisora responsável pelos ambulatórios de Neurologia, Reumatologia, Esporte, Urofuncional e Gastroenterologia dos cursos de especialização em fisioterapia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, sendo responsável pelas atividades acadêmcas vinculadas aos seus ambulatórios e aos cursos de Reeducação Funcional da Postura e Movimento, Gerontologia e Saúde da Mulher. Também atuou como supervisora da Liga de Reeducação Funcional da Postura e Movimento do HCFMUSP. Atualmente trabalha com avaliação biomecânica funcional e atendimento clínico de pacientes com queixas musculoesqueléticas.

Para dúvidas e maiores informações: juthome21@gmail.com

Clique aqui e conheça mais sobre o Lar Nossa Senhora Aparecida.