Benefícios do treinamento pliométrico para atletas adolescentes

O treinamento pliométrico utiliza movimentos explosivos para desenvolver força, potência e agilidade. Ele é uma das estratégias mais eficazes para melhorar o desempenho físico de adolescentes atletas, especialmente jogadores de futebol.

Estudos mostram que o treinamento pliométrico, quando combinado ao treinamento regular de futebol, proporciona resultados superiores em termos de força explosiva, velocidade e agilidade. Ele é especialmente eficaz para atletas adolescentes, que estão em uma fase de desenvolvimento neuromuscular acelerado.

  1. Melhora no Salto: é ideal para aprimorar a performance em diferentes tipos de salto, como o salto com contramovimento, salto agachado e salto em distância.
  2. Aumento na Velocidade de Sprint: contribui para melhorar a aceleração e a velocidade em distâncias curtas. Isso ocorre devido às adaptações neuromusculares e biomecânicas que o treinamento proporciona.
  3. Melhora na Mudança de Direção: aumenta a força excêntrica dos membros inferiores, permitindo que os atletas desacelerem e mudem de direção com mais eficiência.
  4. Desenvolvimento da Força Explosiva: promove adaptações neuromusculares importantes, como maior recrutamento de unidades motoras, eficiência na condução neural e otimização das propriedades mecânicas do complexo músculo-tendão.
  5. Prevenção de Lesões: além de melhorar o desempenho físico, o treinamento pliométrico também ajuda a reduzir o risco de lesões esportivas. Ele fortalece músculos e tendões, melhora a coordenação neuromuscular e prepara o corpo para os movimentos intensos do esporte.

Dra. Ana Lucia de Sá Pinto
CRM: 57.296
@‌analuciadesapinto
Pediatra e Médica do Exercício e Esporte da Clínica Move

Quais alimentos devem ser consumidos para quem tem prisão de ventre?

A prisão de ventre, ou constipação, é um problema comum que pode ser aliviado ou prevenido por meio de uma dieta rica em fibras, hidratação adequada e hábitos alimentares saudáveis.

Aqui estão alguns alimentos que são geralmente recomendados para ajudar a aliviar a prisão de ventre:

  • Fibras: Alimentos ricos em fibras são essenciais para manter um sistema digestivo saudá Eles ajudam a amolecer as fezes e facilitam o movimento no trato digestivo. Alimentos ricos em fibras incluem cereais integrais, leguminosas, frutas frescas (especialmente aquelas com casca), feijões, lentilhas e nozes;
  • Verduras e legumes: Vegetais frescos, como espinafre, couve, brócolis, cenoura e abóbora, são boas opções de alimentos ricos em fibras;
  • Sementes de chia e linhaça: Essas sementes são ricas em fibras solúveis e podem ser adicionadas a iogurtes, smoothies ou cereais;
  • Iogurte probiótico: Alguns tipos de iogurte contêm probióticos que podem ajudar o sistema digestivo regular;
  • Água: Beber bastante água é fundamental para manter as fezes macias e facilitar sua passagem pelo intestino. -se de se manter bem hidratado;
  • Azeite de oliva: O azeite de oliva extra virgem em pequenas quantidades pode ajudar a lubrificar o intestino.

Além de adicionar esses alimentos à sua dieta, é importante lembrar que a constipação pode ser causada por diversos fatores, incluindo estilo de vida e condições médicas.

Se você sofre de prisão de ventre crônica, é aconselhável consultar especialistas para avaliar a causa e determinar o tratamento adequado.

Mayara Ferrari – CRN 3 / 28.843

Nutricionista da Clínica Move

Para saber mais, entre em contato pelo número (11) 3884 4340.

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Gengibre

O gengibre (Zingiber officinalis) é uma raiz comestível que pode trazer vários benefícios para a saúde como auxiliar no emagrecimento, tratar azia, má digestão, enjoo, pressão alta, dor muscular entre outros.

É encontrado em feiras livres, lojas de produtos naturais e supermercados, na forma fresca, desidratada ou em pó, podendo ser usado em preparações, como chás, sucos, iogurtes, sopas ou saladas. O gengibre também pode ser encontrado na forma de óleo essencial ou suplementos em cápsulas.

Alguns dos benefícios do gengibre para a saúde:
1. Auxilia no emagrecimento:
Devido ao composto bioativo chamado GINGEROL que possui propriedades termogênicas, que acelera o metabolismo e estimula a queima de gordura corporal, promovendo o emagrecimento. Além disso, o gengibre tem ação diurética, estimulando a eliminação do excesso de líquido do corpo e ajudando a desinchar.

2. Combater azia e gases intestinais:
O gengibre contém chogaol, gingerol e zingerona, compostos bioativos com propriedades anti-inflamatórias, carminativas e antieméticas que relaxam os músculos do estômago e intestino, e diminuem a acidez do estômago, sendo uma boa opção para combater a azia e os gases intestinais.

3. Melhorar náuseas e vômitos:
O gengibre contém propriedades antieméticas, que aceleram o esvaziamento do estômago, melhorando as náuseas e vômitos que podem acontecer durante a gravidez, ou em tratamentos de quimioterapia, por exemplo.

4. Equilibrar a pressão arterial:
O gengibre tem propriedades relaxantes, anti-inflamatórias, antioxidantes, vasodilatadoras e anticoagulantes, que melhoram a elasticidade e o relaxamento das artérias, facilitando a circulação de sangue e ajudando, assim, a equilibrar a pressão arterial.

5. Aliviar a dor muscular:
O cineol e o borneal, que são compostos bioativos presentes no gengibre, têm importante ação analgésica, ajudando a aliviar a dore muscular.
O gengibre também tem ação anti-inflamatória e calmante, melhorando os sintomas de dor em pessoas com artrite, reumatismo e artrose.

Para mais informações sobre seus benefícios e como inclui-lo em seu planejamento, consulte uma de nossas nutricionistas.

Mayara Ferrari – Nutricionista Clínica Move
CRN 3 / 28.843

Os principais desafios no tratamento da Síndrome de Overtraining

  1. Diagnóstico tardio: a SO é frequentemente subdiagnosticada devido à sua baixa incidência e à semelhança dos sintomas com outras condições, como síndrome pós viral, síndrome pós-COVID-19 e síndrome de fadiga crônica.

  2. Multissistêmico e complexo: a SO afeta diversos sistemas do corpo, como o endócrino, nervoso, imunológico e gastrointestinal.

  3. Falta de protocolos padronizados: não há diretrizes amplamente aceitas para o retorno seguro ao esporte ou para evitar recaídas.

  4. Impacto psicológico: a necessidade de cessar o treinamento e lidar com sintomas inexplicáveis pode gerar estresse emocional, ansiedade e depressão nos atletas, dificultando a adesão ao tratamento.

  5. Recuperação prolongada: o tempo de recuperação varia muito entre os indivíduos, podendo levar meses ou até anos.

  6. Risco de recaída: mesmo após a recuperação, há o risco de reincidência caso os fatores desencadeantes não sejam adequadamente gerenciados.

  7. Falta de conscientização: a SO ainda é pouco compreendida por muitos profissionais de saúde e treinadores, o que pode levar a tratamentos inadequados ou à falta de suporte necessário.

Esses desafios destacam a importância de uma abordagem multidisciplinar, com foco na saúde física e mental do atleta, além de maior conscientização sobre a condição entre a comunidade médica e esportiva.

Dra. Ana Lucia de Sá Pinto
Pediatra e Médica do Exercício de Esporte da Clínica Move
CRM:57.296

RQE:50442

RQE:47998

Referencia: Kreher JB, et al. BMJ Case Rep 2025;18:e265066. doi:10.1136/bcr-2025-265066

Quais os motivos que podem te deixar com fome à noite?

Quem aqui já atacou a geladeira a noite compulsivamente? A fome no período noturno acontece com frequência em pessoas que querem emagrecer e muitos acabam até acordando de madrugada. Se isso já aconteceu com você, saiba que existem motivos do por que e algumas soluções para esse problema.

Principais causas:

  • Dietas muito restritivas;
  • Passar horas sem comer;
  • Jejum prolongado sem planejamento;
  • Desequilíbrio hormonal;
  • Fome emocional;
  • Estresse emocional;
  • Alterações no sono;
  • Exercício físico extenuante;
  • Deficiências nutricionais.

Como melhorar essa situação?

  • Primeiro: identifique a causa do problema;
  • Procure um nutricionista e tenha um planejamento alimentar específico para você;
  • Organize as suas refeições;
  • Tenha uma rotina alimentar;
  • Faça boas escolhas alimentares fora de casa.

O importante é você ter a consciência que precisa de ajuda para mudar o comportamento!

 

Mayra Ferrari – CRN 3 / 28.843
Nutricionista da Clínica Move

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4 recomendações para evitar ansiedade relacionada à cafeína

A cafeína pode causar ansiedade em adolescentes especialmente quando consumida em doses elevadas ou por indivíduos mais sensíveis aos seus efeitos.

Como a cafeína pode causar ansiedade?

  • Estimulação do sistema nervoso central:
    A cafeína atua como antagonista dos receptores de adenosina, aumentando a liberação de neurotransmissores como dopamina e noradrenalina. Isso pode levar a uma sensação de alerta excessivo, que em alguns casos se manifesta como ansiedade.
  • Doses elevadas:
    Consumos acima de 3 mg/kg de peso corporal podem aumentar o risco de efeitos adversos, incluindo nervosismo, irritabilidade e ansiedade.
  • Sensibilidade individual:
    Alguns jovens podem ser mais sensíveis à cafeína devido a fatores genéticos, idade ou falta de hábito de consumo, o que pode intensificar os sintomas de ansiedade.
  • Interferência no sono:
    A cafeína pode reduzir a qualidade e a duração do sono, o que, por sua vez, pode agravar sintomas de ansiedade e estresse.
  • Recomendações para evitar ansiedade relacionada à cafeína
    • Limitar a dose: consumo máximo de 100mg acima de 12 anos.
    • Evitar consumo excessivo: doses muito altas podem aumentar significativamente o risco de ansiedade.
    • Evitar consumo próximo ao horário de dormir: a cafeína deve ser evitada pelo menos 6 horas antes de dormir para prevenir insônia e seus efeitos sobre o humor.
    • Monitorar sinais de ansiedade: jovens atletas devem estar atentos a sintomas como inquietação, dificuldade de concentração ou sensação de nervosismo após o consumo de cafeína.

Para evitar esses efeitos, é essencial que o consumo seja moderado, individualizado e supervisionado por profissionais médicos e nutricionistas.

Dra. Ana Lucia de Sá Pinto
Pediatra e Médica do Exercício de Esporte da Clínica Move
CRM:57.296
RQE:50442
RQE:47998

Referência: Nutrients 2025, 17, 2194

Riscos associados ao uso de anabolizantes

Os riscos associados ao uso de anabolizantes (esteroides anabolizantes androgênicos, AAS) são múltiplos e afetam diversos sistemas orgânicos. Os efeitos adversos mais relevantes incluem:

Cardiovasculares: aumento da pressão arterial, dislipidemia (elevação de LDL e redução de HDL), remodelamento cardíaco, miocardiopatia, arritmias, aterosclerose acelerada, infarto agudo do miocárdio e morte súbita. Alterações estruturais e funcionais podem persistir após a suspensão do uso.[1][2][3] O American College of Sports Medicine destaca que o uso prolongado pode aumentar o risco de eventos cardíacos graves.[4]

Hepáticos: elevação de transaminases, hepatotoxicidade, colestase, peliose hepática, adenomas e carcinomas hepáticos, especialmente com AAS 17-alfa-alquilados de uso oral.[4][1][5]

Endócrinos e reprodutivos: supressão do eixo hipotálamo-hipófise-gonadal, levando à infertilidade, atrofia testicular, disfunção erétil, ginecomastia em homens e virilização em mulheres (hirsutismo, voz grossa, hipertrofia clitoriana, irregularidades menstruais).[4][6][5]

Psiquiátricos: dependência, alterações de humor (depressão, mania, agressividade, ansiedade), sintomas psicóticos e risco aumentado de suicídio após retirada.[7][4][8][9]

Renais e metabólicos: proteinúria, dano estrutural renal, síndrome metabólica (hipertensão, hipertrigliceridemia, resistência à insulina).[2]

Outros: acne severa, calvície, aumento do risco de infecções por uso de agulhas não esterilizadas (HIV, hepatite B/C), tromboembolismo, alterações cognitivas e comportamentais.[10][4][9]

A gravidade dos efeitos depende da dose, duração e padrão de uso (ex.: “stacking” de múltiplos AAS). Muitos efeitos são potencialmente irreversíveis, especialmente em mulheres e adolescentes.[4] O manejo das complicações é específico para cada órgão afetado e pode exigir abordagem multidisciplinar.

References

  1. Adverse Effects of Anabolic Androgenic Steroid Abuse in Athletes and Physically Active Individuals: A Systematic Review and Meta-Analysis. Mingxing L, Yanfei Y. Substance Use & Misuse. 2025;60(6):873-887. doi:10.1080/10826084.2025.2460986.

  2. Anabolic-Androgen Steroids: A Possible Independent Risk Factor to Cardiovascular, Kidney and Metabolic Syndrome. de Melo Junior AF, Escouto L, Pimpão AB, et al. Toxicology and Applied Pharmacology. 2025;495:117238. doi:10.1016/j.taap.2025.117238.

  3. Anabolic-Androgenic Steroids Among Recreational Athletes and Cardiovascular Risk. Meagher S, Irwig MS, Rao P. Current Opinion in Cardiology. 2025;40(4):221-229. doi:10.1097/HCO.0000000000001235.

  4. Anabolic-Androgenic Steroid Use in Sports, Health, and Society. Bhasin S, Hatfield DL, Hoffman JR, et al. Medicine and Science in Sports and Exercise. 2021;53(8):1778-1794. doi:10.1249/MSS.0000000000002670.

  5. Evaluation of Structural Features of Anabolic-Androgenic Steroids: Entanglement for Organ-Specific Toxicity. Sinha A, Deb VK, Datta A, et al. Steroids. 2024;212:109518. doi:10.1016/j.steroids.2024.109518.

  6. Diagnosis and Management of Anabolic Androgenic Steroid Use. Anawalt BD. The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism. 2019;104(7):2490-2500. doi:10.1210/jc.2018-01882.

  7. Androgen Abuse: Risks and Adverse Effects in Men. Grant B, Hyams E, Davies R, Minhas S, Jayasena CN. Annals of the New York Academy of Sciences. 2024;1538(1):56-70. doi:10.1111/nyas.15187.

  8. The Health Threat Posed by the Hidden Epidemic of Anabolic Steroid Use and Body Image Disorders Among Young Men. Goldman AL, Pope HG, Bhasin S. The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism. 2019;104(4):1069-1074. doi:10.1210/jc.2018-01706.

  9. Doping With Anabolic Androgenic Steroids (AAS): Adverse Effects on Non-Reproductive Organs and Functions. Nieschlag E, Vorona E. Reviews in Endocrine & Metabolic Disorders. 2015;16(3):199-211. doi:10.1007/s11154-015-9320-5.

  10. Anabolic-Androgenic Steroids: How Do They Work and What Are the Risks?. Bond P, Smit DL, de Ronde W. Frontiers in Endocrinology. 2022;13:1059473. doi:10.3389/fendo.2022.1059473.

Dra. Fernanda Lima
CRM: 62.333
@‌fefarlima
Reumatologista e Médica do Esporte da Clínica Move

Fisioterapia para tratamento de lesões

Muitos pacientes ainda resistem em procurar a fisioterapia para tratar lesões musculoesqueléticas.

Esse preconceito acontece por alguns motivos:
– Medo de piorar a dor ao se movimentar (cinesiofobia).
– Crença de que repouso, remédios ou cirurgia resolvem o problema.
– Experiências negativas com fisioterapia passiva.
– Bloqueios emocionais, desmotivação e incredulidade provocados pela dor crônica.

No entanto, atualmente a evidência é clara:
A fisioterapia baseada em exercícios terapêuticos é primeira linha para dor e lesões musculoesqueléticas. Ela reduz as dores, melhora função e acelera o retorno às atividades. Iniciar o tratamento cedo melhora os resultados e evita intervenções invasivas.

Para aumentar a adesão e eficácia do tratamento, é essencial que o fisioterapeuta:
– Tenha o diagnóstico do quadro bem definido
Explique o protocolo e a lógica do tratamento.
– Defina metas claras para cada fase da fisioterapia
– Alinhe, com o paciente, expectativas sobre tempo de recuperação e desconfortos previstos.

Dra. Fernanda Lima
CRM: 62.333
@‌fefarlima
Reumatologista e Médica do Esporte da Clínica Move

Você sabe a diferença entre eletroterapia x cinesioterapia?

A eletroterapia é uma abordagem fisioterápica que visa a analgesia ou o recrutamento muscular, por meio do uso de equipamentos que emitem correntes elétricas, sem trazer risco para a saúde.

Tem como objetivo diminuir a dor, diminuir o processo inflamatório auxiliando a cicatrização e regeneração dos tecidos. Também pode ser usada para facilitar o fortalecimento muscular, por exemplo, em pós-operatórios, onde a ativação estará dificultada.

A cinesioterapia é um conjunto de exercícios terapêuticos realizados sob orientação do fisioterapeuta, visando alongar e fortalecer os músculos, além de reajustar o padrão de movimento do paciente.  É utilizada para prevenir alterações motoras, promover o alívio de dores, corrigir alterações posturais, melhorar o equilíbrio, melhorar a percepção corporal, entre outros benefícios.

Paula Marto
CREFITO: 367654-F
Fisioterapeuta da Clínica MOve

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Acompanhamento especializado para atletas paralímpicos

O esporte paralímpico cresce em nível e exigência a cada ano, e o acompanhamento é essencial para garantir a saúde e a performance dos atletas.

  1. Avaliação personalizada
    Cada atleta tem demandas únicas. O médico do esporte adapta exames e testes à modalidade e às condições específicas do atleta.

  2. Prevenção e tratamento de lesões
    O acompanhamento médico garante estratégias de prevenção e protocolos de recuperação.

  3. Planejamento eficiente
    O médico do esporte elabora planos que equilibrem treinos e descanso, maximizando resultados sem comprometer a saúde.

  4. Nutrição e suplementação
    Demandas específicas são avaliadas por nutricionistas para ajustar dietas e indicar suplementos.

  5. Saúde mental
    A pressão e os desafios do esporte de alto nível exigem atenção à saúde mental. A equipe de psicologia orienta no manejo de estresse e ansiedade.

  6. Classificações funcionais
    O médico ajuda na adaptação às classificações funcionais das competições, garantindo segurança e igualdade.

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