Qual a diferença entre o Reumatologista e o Ortopedista?

As duas especialidades têm muito em comum e em alguns casos andam juntos no acompanhamento dos pacientes. Por isso é compreensível a dúvida que surge diante de uma queixa como dor no punho ou joelho: “ Marco consulta com o Reumatologista ou com o Ortopedista?”⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

O que as une é o fato de ambas tratarem doenças que envolvem as articulações, ossos, músculos e estruturas como tendões e bursas. Talvez a maior diferença se encontre na formação médica de cada um. Enquanto o Reumatologista é clínico, o Ortopedista é cirurgião.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

O Reumatologista lida com doenças articulares e musculoesqueléticas geralmente de caráter crônico (como artrose, gota, osteoporose, fibromialgia), além de doenças associadas a alterações da imunidade (como lúpus, artrite reumatoide e esclerodermia).⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

De modo geral, o Ortopedista lida com deformidades anatômicas (como pé torto, escoliose, luxação congênita do quadril), fraturas, tumores ósseos, traumas e lesões associadas ao esporte.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Existem algumas condições que são comumente diagnosticadas e tratadas por ambos, como bursites, tendinites, síndrome do túnel do carpo e dores na coluna.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

As seguintes dicas são válidas na hora de tomar a decisão de com qual especialista passar:

  • Se a sua dor e/ou inchaço surgiu em uma articulação ou próximo a ela, principalmente após algum trauma (por exemplo, queda ou batida) e você suspeita de fratura, lesões ligamentares ou de menisco, procure um Ortopedista.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
  • Se a sua dor e/ou inchaço tem calor no local, começou há algum tempo, está presente em mais de uma articulação ou próximos a ela ou as dores são generalizadas, procure um Reumatologista⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Nos casos duvidosos, não há certo ou errado. Um bom profissional, independente da sua área de atuação, caso perceba que o problema está alem da sua expertise, encaminhará o paciente ao colega mais indicado e em alguns casos manterão acompanhamento conjunto. Reumatologista e Ortopedista não são concorrentes, mas sim especialistas complementares.

Dra. Taysa Moreira
Reumatologista da Clínica Move

 

Estou com dor no ombro, o que pode ser?

O ombro é a articulação que possibilita a maior variedade de movimentos.  Essa articulação é importante para um grande número de atividades do dia a dia e diversas práticas de atividade física.

Essa ampla gama de movimentos pode levar a uma lesão aguda ou a uma instabilidade articular, com impacto entre as estruturas ósseas e as partes moles, que incluem bursas, ligamentos, músculos e tendões, desencadeando dor ou dificuldade para movimentar o braço.

Por isso, são várias as patologias que podemos ter no ombro:

  • Bursites e tendinite
  • Lesões com rompimento parcial ou total dos tendões
  • Síndrome de Impacto
  • Instabilidade articular, com luxações ou subluxações
  • Osteoartrite, popularmente conhecida como artrose
  • Fraturas

Essas lesões, quando não tratadas adequadamente, podem acabar impedindo a movimentação normal do ombro como um mecanismo de defesa, podendo, em alguns casos,  acarretar no chamado “ombro congelado”, em que o paciente não consegue mais mover o braço de maneira adequada, com uma grande perda da amplitude do movimento.

A partir da história clínica do paciente, a característica da dor e o tipo de  atividade esportiva e do dia a dia, bem como  do exame fisico minuncioso, o médico suspeita das possíveis causas. A partir daí, são pedidos exames de imagem que ajudam a chegar no diagnóstico.

A maioria das lesões melhoram com tratamento clínico, e  várias medidas precisam ser tomadas:

Retirar os fatores que desencadeam ou pioram a dor

Analgésicos e antiinflamátorios não hormonais

Medicações intra-articulares

Fisioterapia (analgesia)

Cinesioterapia (fortalecimento muscular)

Acupuntura

Avaliação biomecânica

Uma das especialidades capacitadas para o diagnóstico da causa da dor, seu tratamento e prevenção é o medico Reumatologista.

Dra Gabriela Daffre
Médica Reumatologista da Clínica Move

O que é Tratamento com Toxina Botulínica?

A Síndrome miofascial é uma causa frequente de dor crônica e caracteriza-se por uma contratura muscular sustentada, com a presença de pontos musculares dolorosos à palpação, chamados de pontos gatilhos.

Geralmente ocorre pelo estresse excessivo sobre os músculos como: movimentos repetitivos; erros de postura; falta de condicionamento físico; distensão muscular; sobrecarga mecânica e estresse emocional. É muito comum nos dias de hoje pelo tempo excessivo nos computadores ou smartphones, e por práticas de atividade esportivas incorretas.

A base do tratamento é a correção postural e um trabalho de força e resistência muscular adequados, porém, muitas vezes as medidas medicamentosas  e procedimentos médicos (como o agulhamento) também são necessários.

A primeira escolha no tratamento da Síndrome  Miofascial  é o agulhamento do ponto gatilho. Esse é um procedimento feito exclusivamente pelo médico, rápido e seguro, realizado no consultório e extremamente efetivo. Trata-se da quebra mecânica da contratura muscular com a ação da agulha e traz a vantagem do menor uso de medicações orais.

Outro recurso no tratamento desta síndrome dolorosa é a aplicação da toxina botulínica.  A toxina botulínica é uma boa opção terapêutica, reduzindo a hiperatividade muscular e interrompendo o ciclo espasmo-dor. Estudos recentes, sugeriram que a neurotoxina pode agir de duas formas: primeiro, com suas ações neuromusculares, inibindo a liberação de acetilcolina o que reduz as contrações musculares; segundo, com a supressão da secreção de agentes pró-inflamatórios que modulam diretamente a transmissão da dor. Também realizado em consultório, sem a necessidade de nenhum preparo prévio, é um procedimento relativamente simples porém de indicação precisa e técnica especializada, também feito exclusivamente pelo médico.

Dra. Milene Ferreira
Fisiatra e Geriatra da Clínica Move

O que é Ventosaterapia?

A ventosaterapia é uma técnica milenar de medicina alternativa que emprega ventosas. A técnica consiste em acender líquido inflamável dentro de copos redondos de vidro. Uma vez que a chama se apaga, forma-se um vácuo parcial no interior do copo. A diferença entre a pressão interior e exterior acaba por gerar uma força de sucção, estimulando o fluxo sanguíneo e deixando os círculos vermelhos, que desaparecem entre três e quatro dias.

Não existe um consenso na literatura sobre o beneficio dessa técnica, mas os atletas recreativos e competitivos relatam melhora das dores musculares e recuperação da fadiga pós treino  e competições.

 

Daniela Imoto
Fisioterapeuta da Clínica Move

O que é RED-S?



Saiba como essa síndrome pode afetar a performance e saúde de um atleta

A tríade da atleta feminina é uma síndrome conhecida pelos  Médicos do Esporte e técnicos, e se caracteriza por uma combinação de baixo aporte energético, ausência de menstruação e enfraquecimento do tecido ósseo, que pode levar a osteoporose. No entanto, de acordo com um consenso médico mais recente,  a tríade hoje é considerada apenas uma pequena parte de um problema maior, conhecido no meio científico como RED-S.

Relative Energy Deficiency in SportRED-S é o desequilíbrio  entre o aporte calórico necessário e o gasto energético durante a prática de esporte.

Essa síndrome não distingue gênero feminino ou masculino, e acontece porque muitas vezes o atleta acredita que vai melhorar a sua performance se conseguir baixar o seu peso, por meio de uma restrição alimentar aliada  a aumento no volume de treino.  Esse padrão acaba gerando um efeito oposto, já que a  RED-S provoca um comprometimento da saúde e performance a curto e  longo-prazo. Atletas que tem baixa disponibilidade energética podem desenvolver:

  • deficiências nutricionais
  • alterações hormonais (como a ausência de menstruação)
  • fadiga crônica
  • maior risco de infecções
  • diminuição da capacidade aeróbia e força muscular
  • redução da coordenação motora do gesto motor
  • alterações do sono

A manutenção crônica dessa deficiência energética implica também em alterações tardias no sistema cardiovascular (por alteração dos lípides e disfunção do endotélio – a parede dos vasos), na redução da síntese proteica, osteoporose e lesões nos tendões e músculos

Portanto, alguns pontos devem ser bem claros para os atletas profissionais e recreativos para evitar o surgimento da RED-S:

  1. A falta da menstruação na atleta feminina NÃO é uma situação normal de treino, pode ser um primeiro sintoma da síndrome RED-S.
  2. Se o volume de treino aumenta durante a temporada, o aporte energético também deve subir, para se manter um balanço energético adequado.
  3. Atenção para treino exagerado e contínuo, sem fases regenerativas.
  4. Cuidado ao se perseguir um biótipo ideal para melhorar a performance. Muitas vezes o peso absoluto final não pode ser o principal fator determinante da performance. A perda de peso excessiva pode implicar em perda de força e, consequentemente, de performance.

Portanto, fique atento ou atenta se o seu rendimento começar a cair de forma inexplicada. Você pode estar iniciando uma Síndrome RED-S.

Saiba Mais, clique aqui e baixe o pdf: 

Dra. Fernanda Lima
Médica da Clínica Move



Quando poderei voltar a praticar o meu esporte?

Você já deve ter perguntado para algum médico ou fisioterapeuta: “Quando poderei voltar a jogar, correr ou a praticar o meu esporte?” Provavelmente, sim!!! Posso afirmar que essa resposta não é nada fácil de ser respondida. Ai, você pensa… Lá vem ele falar de um monte de informação e me confundir mais do que ajudar. Realmente, por ser uma resposta complexa temos muitos fatores envolvidos.

Em 2016 em uma conferencia mundial de reabilitação reuniram-se vários pesquisadores da área e criaram um consenso sobre essa decisão.

https://bjsm.bmj.com/content/bjsports/50/14/853.full.pdf

Nós estamos longe de ter todas as respostas, mas, já estamos organizando critérios claros para organizarmos o seu retorno. E a palavra “CRITÉRIO” é chave nessa decisão. Quando criamos critérios precisos conseguimos que o esportista e o atleta tenham noção em que fase estão e onde querem chegar.

Vamos agora entrar em um ambiente mais técnico da decisão de retorno ao esporte.
Muitas vezes a midia ou nos mesmos nos perguntamos em quanto tempo vamos voltar, e a melhor resposta é “ DEPENDE”. Depende literalmente de você:

  •  Qual o nível de condicionamento você está no momento da lesão?
  • Qual o nível você está no momento da reabilitação?
  • Qual o nível você deseja participar nos esportes?

Esse mesmo consenso traz algumas imagens interessantes para entender que retornar ao esporte é uma fase intermediaria a voltar a ter resultados. Para o médico/fisioterapeuta, para o atleta/esportista e para o treinador retornar pode ter diferentes significados. Você pode querer apenas jogar uma bola de qualquer jeito no final de semana, mas você também pode querer jogar bola e perder peso, melhorar sua força, condicionamento ou até mesmo sua técnica.

Retornar em um menor tempo parece traduzir que o tratamento foi excelente, pode até ser.
Mas hoje em dia temos que verificar se ao longo daquela temporada, que você esta voltando, você teve ou terá outras intercorrências que possam estar associadas a lesão inicial. E essa última dúvida tem uma resposta simples, “SIM” lesões novas ou “relesões” estão associadas as lesões prévias e a reabilitação moderna e de qualidade tenta relacionar tudo isso e minimizar a causa base ou inicial.

Por isso, retornar ao seu esporte para mim, e para a Medicina do Esporte, é aquele momento onde temos a convicção de que você esta apto a desempenhar seu esporte de maneira segura, com menor riscos possível, e se você treinar, se alimentar e descansar adequadamente em pouco tempo seus resultados virão. Boa sorte e bons treinos!

Dr. Felipe Hardt
Medico do Exercício e Esporte da Clínica Move

Cuidados com a saúde

A cardiologista da Clínica Move, Dra. Luciana Janot, participou do programa Canal Livre da Band na semana passada. Alguns dos assuntos abordados foram: a importância dos exercícios físicos e da alimentação para o controle de doenças cardiovasculares, a importância da medicina preventiva antes de iniciar exercícios físicos e problemas cardíacos em crianças.

Confira a entrevista:

Parte 1 – https://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?idS=61974&id=16597053&t=cuidados-com-a-saude-%E2%80%93-parte-1

Parte 2 – https://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?idS=61974&id=16597054&t=cuidados-com-a-saude-%E2%80%93-parte-2

Parte 3 – https://noticias.band.uol.com.br/canallivre/entrevista.asp?idS=61974&id=16597052&t=cuidados-com-a-saude-%E2%80%93-parte-3

Síndrome de Hipermobilidade Articular

Você tem facilidade para colocar as mãos no chão sem dobrar os joelhos? Percebe um alongamento exagerado no seu cotovelo ou polegar? Percebe seus joelhos um pouco voltados para atrás?

Isso pode caracterizar a hipermobilidade articular.

Observada desde a infância (10 a 30% das crianças podem apresentar) pode ser um fator predisponente para dor articular, luxações , entorses frequentes, assim como lesões recorrentes pela prática de atividade física de forma inadequada.

É muito importante reconhecer esta síndrome para que se tenha uma orientação médica especializada quanto aos cuidados na prática de atividade física.  Proteção articular,  fortalecimento específico, treino proprioceptivo, reconhecimento dos limites de sua articulação são as bases do tratamento.

Outros sintomas como fadiga, dor abdominal e ansiedade podem fazer parte do quadro.  Na maioria dos casos os pacientes acabam recebendo diversos diagnósticos sendo que apenas a síndrome de hipermobilidade poderia explicar.

Se você percebe essa mobilidade exagerada, essa frouxidão nas suas articulações busque uma orientação especializada e desde já evite estalar as articulações e hiperalongar. 

Dra. Milene S. Ferreira
Fisiatra e Geriatra da Clínica Move

Tratamento farmacológico para Obesidade

O tratamento da obesidade é complexo e multidisciplinar e tem como alicerce a modificação do estilo de vida, com dieta saudável, aumento da atividade física e mudanças comportamentais. Infelizmente, o percentual de pacientes que não obtêm resultados satisfatórios com medidas conservadoras é alto; nesses casos o uso de medicamentos deve ser considerado.

O tratamento farmacológico deve ser implementado como adjuvante da modificação dos hábitos de vida relacionados com orientações nutricionais para diminuir o consumo de calorias na alimentação e exercícios físicos para aumentar o gasto calórico. O tratamento farmacológico não deve ser usado como tratamento na ausência de outras medidas não farmacológicas, pois não existe nenhum tratamento farmacológico em longo prazo que não envolva mudança de estilo de vida.

Tudo deve ser individualizado, sob supervisão médica contínua e mantido enquanto seguro e efetivo. A escolha do tratamento deve basear-se na gravidade do problema e na presença de complicações associadas. Os medicamentos recomendados para tratamento da obesidade no Brasil devem ser prescritos por médico especialista capacitado e bem informado sobre o produto, considerando os possíveis riscos do medicamento em relação aos potenciais benefícios da perda de peso para cada paciente.

Os medicamentos para tratamento da obesidade não devem ser prescritos durante a gestação e a amamentação. A prescrição de múltiplos princípios ativos para manipulação em uma única cápsula deve ser evitada, pois podem causar interações medicamentosas imprevisíveis por alterar a farmacocinética e a biodisponibilidade dos seus componentes.

Fórmulas contendo associação medicamentosa de substâncias anorexígena entre si ou com ansiolíticos, diuréticos, hormônios ou extratos hormonais e laxantes, também podem ser potencialmente prejudiciais.

É importante determinar metas de perda de peso realistas mas significativas. Embora a perda de peso sustentada de 3% a 5% do peso já possa levar a reduções significativas em alguns fatores de risco cardiovasculares, perdas de peso maiores produzem maiores benefícios.

Uma meta inicial de perda de 5% a 10% do peso inicial em 6 meses é factível. Vale ressaltar que o tratamento farmacológico da obesidade não cura a obesidade, que é uma doença crônica que tende a recorrer após a perda de peso. Por isso, pessoas obesas devem ter contato em longo prazo com profissionais de saúde com experiência no seu tratamento (endocrinologistas, nutricionistas, educadores físicos e psicólogos).

O tratamento farmacológico pode ser mantido mesmo após a chegada ao peso ideal, para evitar o reganho. Após a perda de peso, ocorrem uma série de alterações hormonais e metabólicas que favorecem o aumento do apetite e a redução do gasto metabólico, tornando a fase de manutenção tão ou até mais difícil que a de perda. Ignorar essa fase e suspender precocemente o tratamento pode ser um erro que leve ao reganho de peso.

É importante você procurar um médico endocrinologista para ajuda-lo nesse processo!

 

Dra. Mirela Miranda

Endocrinologista da Clínica Move

PALESTRA: Biomecânica da Corrida – entenda as principais fontes de lesão

INSCRIÇÕES ENCERRADAS!

Para você, corredor, que quer entender quais são os principais erros de movimento durante a corrida e como isso pode influenciar em sua performance e lesão, essa palestra explicará, de forma simples e através de exemplos práticos, qual a biomecânica correta da corrida, fornecendo maior consciência para a prática adequada do esporte.

Público alvo: praticantes de corrida

Inscrição: 1Kg Alimento (arroz, feijão ou macarrão) que serão doados para o Lar Nossa Senhora Aparecida.

Data: 08/12 – 10h às 12h

No dia da palestra terá o sorteio de uma Avaliação Biomecânica!

 

Ministrante: Juliana Thomé Gasparin

Fisioterapeuta graduada pelo Centro Universitário São Camilo, especialista em Reeducação Funcional da Postura e Movimento pelo Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP e Mestre em Ciências pelo Programa de Neurociências e Comportamento do Instituto de Psicologia da USP. Atuou como supervisora responsável pelos ambulatórios de Neurologia, Reumatologia, Esporte, Urofuncional e Gastroenterologia dos cursos de especialização em fisioterapia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP, sendo responsável pelas atividades acadêmcas vinculadas aos seus ambulatórios e aos cursos de Reeducação Funcional da Postura e Movimento, Gerontologia e Saúde da Mulher. Também atuou como supervisora da Liga de Reeducação Funcional da Postura e Movimento do HCFMUSP. Atualmente trabalha com avaliação biomecânica funcional e atendimento clínico de pacientes com queixas musculoesqueléticas.

Para dúvidas e maiores informações: juthome21@gmail.com

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