Gengibre

O gengibre (Zingiber officinalis) é uma raiz comestível que pode trazer vários benefícios para a saúde como auxiliar no emagrecimento, tratar azia, má digestão, enjoo, pressão alta, dor muscular entre outros.

É encontrado em feiras livres, lojas de produtos naturais e supermercados, na forma fresca, desidratada ou em pó, podendo ser usado em preparações, como chás, sucos, iogurtes, sopas ou saladas. O gengibre também pode ser encontrado na forma de óleo essencial ou suplementos em cápsulas.

Alguns dos benefícios do gengibre para a saúde:
1. Auxilia no emagrecimento:
Devido ao composto bioativo chamado GINGEROL que possui propriedades termogênicas, que acelera o metabolismo e estimula a queima de gordura corporal, promovendo o emagrecimento. Além disso, o gengibre tem ação diurética, estimulando a eliminação do excesso de líquido do corpo e ajudando a desinchar.

2. Combater azia e gases intestinais:
O gengibre contém chogaol, gingerol e zingerona, compostos bioativos com propriedades anti-inflamatórias, carminativas e antieméticas que relaxam os músculos do estômago e intestino, e diminuem a acidez do estômago, sendo uma boa opção para combater a azia e os gases intestinais.

3. Melhorar náuseas e vômitos:
O gengibre contém propriedades antieméticas, que aceleram o esvaziamento do estômago, melhorando as náuseas e vômitos que podem acontecer durante a gravidez, ou em tratamentos de quimioterapia, por exemplo.

4. Equilibrar a pressão arterial:
O gengibre tem propriedades relaxantes, anti-inflamatórias, antioxidantes, vasodilatadoras e anticoagulantes, que melhoram a elasticidade e o relaxamento das artérias, facilitando a circulação de sangue e ajudando, assim, a equilibrar a pressão arterial.

5. Aliviar a dor muscular:
O cineol e o borneal, que são compostos bioativos presentes no gengibre, têm importante ação analgésica, ajudando a aliviar a dore muscular.
O gengibre também tem ação anti-inflamatória e calmante, melhorando os sintomas de dor em pessoas com artrite, reumatismo e artrose.

Para mais informações sobre seus benefícios e como inclui-lo em seu planejamento, consulte uma de nossas nutricionistas.

Mayara Ferrari – Nutricionista Clínica Move
CRN 3 / 28.843

Os principais desafios no tratamento da Síndrome de Overtraining

  1. Diagnóstico tardio: a SO é frequentemente subdiagnosticada devido à sua baixa incidência e à semelhança dos sintomas com outras condições, como síndrome pós viral, síndrome pós-COVID-19 e síndrome de fadiga crônica.

  2. Multissistêmico e complexo: a SO afeta diversos sistemas do corpo, como o endócrino, nervoso, imunológico e gastrointestinal.

  3. Falta de protocolos padronizados: não há diretrizes amplamente aceitas para o retorno seguro ao esporte ou para evitar recaídas.

  4. Impacto psicológico: a necessidade de cessar o treinamento e lidar com sintomas inexplicáveis pode gerar estresse emocional, ansiedade e depressão nos atletas, dificultando a adesão ao tratamento.

  5. Recuperação prolongada: o tempo de recuperação varia muito entre os indivíduos, podendo levar meses ou até anos.

  6. Risco de recaída: mesmo após a recuperação, há o risco de reincidência caso os fatores desencadeantes não sejam adequadamente gerenciados.

  7. Falta de conscientização: a SO ainda é pouco compreendida por muitos profissionais de saúde e treinadores, o que pode levar a tratamentos inadequados ou à falta de suporte necessário.

Esses desafios destacam a importância de uma abordagem multidisciplinar, com foco na saúde física e mental do atleta, além de maior conscientização sobre a condição entre a comunidade médica e esportiva.

Dra. Ana Lucia de Sá Pinto
Pediatra e Médica do Exercício de Esporte da Clínica Move
CRM:57.296

RQE:50442

RQE:47998

Referencia: Kreher JB, et al. BMJ Case Rep 2025;18:e265066. doi:10.1136/bcr-2025-265066

Quais os motivos que podem te deixar com fome à noite?

Quem aqui já atacou a geladeira a noite compulsivamente? A fome no período noturno acontece com frequência em pessoas que querem emagrecer e muitos acabam até acordando de madrugada. Se isso já aconteceu com você, saiba que existem motivos do por que e algumas soluções para esse problema.

Principais causas:

  • Dietas muito restritivas;
  • Passar horas sem comer;
  • Jejum prolongado sem planejamento;
  • Desequilíbrio hormonal;
  • Fome emocional;
  • Estresse emocional;
  • Alterações no sono;
  • Exercício físico extenuante;
  • Deficiências nutricionais.

Como melhorar essa situação?

  • Primeiro: identifique a causa do problema;
  • Procure um nutricionista e tenha um planejamento alimentar específico para você;
  • Organize as suas refeições;
  • Tenha uma rotina alimentar;
  • Faça boas escolhas alimentares fora de casa.

O importante é você ter a consciência que precisa de ajuda para mudar o comportamento!

 

Mayra Ferrari – CRN 3 / 28.843
Nutricionista da Clínica Move

Para saber mais, entre em contato pelo número (11) 3884 4340.

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4 recomendações para evitar ansiedade relacionada à cafeína

A cafeína pode causar ansiedade em adolescentes especialmente quando consumida em doses elevadas ou por indivíduos mais sensíveis aos seus efeitos.

Como a cafeína pode causar ansiedade?

  • Estimulação do sistema nervoso central:
    A cafeína atua como antagonista dos receptores de adenosina, aumentando a liberação de neurotransmissores como dopamina e noradrenalina. Isso pode levar a uma sensação de alerta excessivo, que em alguns casos se manifesta como ansiedade.
  • Doses elevadas:
    Consumos acima de 3 mg/kg de peso corporal podem aumentar o risco de efeitos adversos, incluindo nervosismo, irritabilidade e ansiedade.
  • Sensibilidade individual:
    Alguns jovens podem ser mais sensíveis à cafeína devido a fatores genéticos, idade ou falta de hábito de consumo, o que pode intensificar os sintomas de ansiedade.
  • Interferência no sono:
    A cafeína pode reduzir a qualidade e a duração do sono, o que, por sua vez, pode agravar sintomas de ansiedade e estresse.
  • Recomendações para evitar ansiedade relacionada à cafeína
    • Limitar a dose: consumo máximo de 100mg acima de 12 anos.
    • Evitar consumo excessivo: doses muito altas podem aumentar significativamente o risco de ansiedade.
    • Evitar consumo próximo ao horário de dormir: a cafeína deve ser evitada pelo menos 6 horas antes de dormir para prevenir insônia e seus efeitos sobre o humor.
    • Monitorar sinais de ansiedade: jovens atletas devem estar atentos a sintomas como inquietação, dificuldade de concentração ou sensação de nervosismo após o consumo de cafeína.

Para evitar esses efeitos, é essencial que o consumo seja moderado, individualizado e supervisionado por profissionais médicos e nutricionistas.

Dra. Ana Lucia de Sá Pinto
Pediatra e Médica do Exercício de Esporte da Clínica Move
CRM:57.296
RQE:50442
RQE:47998

Referência: Nutrients 2025, 17, 2194

Riscos associados ao uso de anabolizantes

Os riscos associados ao uso de anabolizantes (esteroides anabolizantes androgênicos, AAS) são múltiplos e afetam diversos sistemas orgânicos. Os efeitos adversos mais relevantes incluem:

Cardiovasculares: aumento da pressão arterial, dislipidemia (elevação de LDL e redução de HDL), remodelamento cardíaco, miocardiopatia, arritmias, aterosclerose acelerada, infarto agudo do miocárdio e morte súbita. Alterações estruturais e funcionais podem persistir após a suspensão do uso.[1][2][3] O American College of Sports Medicine destaca que o uso prolongado pode aumentar o risco de eventos cardíacos graves.[4]

Hepáticos: elevação de transaminases, hepatotoxicidade, colestase, peliose hepática, adenomas e carcinomas hepáticos, especialmente com AAS 17-alfa-alquilados de uso oral.[4][1][5]

Endócrinos e reprodutivos: supressão do eixo hipotálamo-hipófise-gonadal, levando à infertilidade, atrofia testicular, disfunção erétil, ginecomastia em homens e virilização em mulheres (hirsutismo, voz grossa, hipertrofia clitoriana, irregularidades menstruais).[4][6][5]

Psiquiátricos: dependência, alterações de humor (depressão, mania, agressividade, ansiedade), sintomas psicóticos e risco aumentado de suicídio após retirada.[7][4][8][9]

Renais e metabólicos: proteinúria, dano estrutural renal, síndrome metabólica (hipertensão, hipertrigliceridemia, resistência à insulina).[2]

Outros: acne severa, calvície, aumento do risco de infecções por uso de agulhas não esterilizadas (HIV, hepatite B/C), tromboembolismo, alterações cognitivas e comportamentais.[10][4][9]

A gravidade dos efeitos depende da dose, duração e padrão de uso (ex.: “stacking” de múltiplos AAS). Muitos efeitos são potencialmente irreversíveis, especialmente em mulheres e adolescentes.[4] O manejo das complicações é específico para cada órgão afetado e pode exigir abordagem multidisciplinar.

References

  1. Adverse Effects of Anabolic Androgenic Steroid Abuse in Athletes and Physically Active Individuals: A Systematic Review and Meta-Analysis. Mingxing L, Yanfei Y. Substance Use & Misuse. 2025;60(6):873-887. doi:10.1080/10826084.2025.2460986.

  2. Anabolic-Androgen Steroids: A Possible Independent Risk Factor to Cardiovascular, Kidney and Metabolic Syndrome. de Melo Junior AF, Escouto L, Pimpão AB, et al. Toxicology and Applied Pharmacology. 2025;495:117238. doi:10.1016/j.taap.2025.117238.

  3. Anabolic-Androgenic Steroids Among Recreational Athletes and Cardiovascular Risk. Meagher S, Irwig MS, Rao P. Current Opinion in Cardiology. 2025;40(4):221-229. doi:10.1097/HCO.0000000000001235.

  4. Anabolic-Androgenic Steroid Use in Sports, Health, and Society. Bhasin S, Hatfield DL, Hoffman JR, et al. Medicine and Science in Sports and Exercise. 2021;53(8):1778-1794. doi:10.1249/MSS.0000000000002670.

  5. Evaluation of Structural Features of Anabolic-Androgenic Steroids: Entanglement for Organ-Specific Toxicity. Sinha A, Deb VK, Datta A, et al. Steroids. 2024;212:109518. doi:10.1016/j.steroids.2024.109518.

  6. Diagnosis and Management of Anabolic Androgenic Steroid Use. Anawalt BD. The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism. 2019;104(7):2490-2500. doi:10.1210/jc.2018-01882.

  7. Androgen Abuse: Risks and Adverse Effects in Men. Grant B, Hyams E, Davies R, Minhas S, Jayasena CN. Annals of the New York Academy of Sciences. 2024;1538(1):56-70. doi:10.1111/nyas.15187.

  8. The Health Threat Posed by the Hidden Epidemic of Anabolic Steroid Use and Body Image Disorders Among Young Men. Goldman AL, Pope HG, Bhasin S. The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism. 2019;104(4):1069-1074. doi:10.1210/jc.2018-01706.

  9. Doping With Anabolic Androgenic Steroids (AAS): Adverse Effects on Non-Reproductive Organs and Functions. Nieschlag E, Vorona E. Reviews in Endocrine & Metabolic Disorders. 2015;16(3):199-211. doi:10.1007/s11154-015-9320-5.

  10. Anabolic-Androgenic Steroids: How Do They Work and What Are the Risks?. Bond P, Smit DL, de Ronde W. Frontiers in Endocrinology. 2022;13:1059473. doi:10.3389/fendo.2022.1059473.

Dra. Fernanda Lima
CRM: 62.333
@‌fefarlima
Reumatologista e Médica do Esporte da Clínica Move

Fisioterapia para tratamento de lesões

Muitos pacientes ainda resistem em procurar a fisioterapia para tratar lesões musculoesqueléticas.

Esse preconceito acontece por alguns motivos:
– Medo de piorar a dor ao se movimentar (cinesiofobia).
– Crença de que repouso, remédios ou cirurgia resolvem o problema.
– Experiências negativas com fisioterapia passiva.
– Bloqueios emocionais, desmotivação e incredulidade provocados pela dor crônica.

No entanto, atualmente a evidência é clara:
A fisioterapia baseada em exercícios terapêuticos é primeira linha para dor e lesões musculoesqueléticas. Ela reduz as dores, melhora função e acelera o retorno às atividades. Iniciar o tratamento cedo melhora os resultados e evita intervenções invasivas.

Para aumentar a adesão e eficácia do tratamento, é essencial que o fisioterapeuta:
– Tenha o diagnóstico do quadro bem definido
Explique o protocolo e a lógica do tratamento.
– Defina metas claras para cada fase da fisioterapia
– Alinhe, com o paciente, expectativas sobre tempo de recuperação e desconfortos previstos.

Dra. Fernanda Lima
CRM: 62.333
@‌fefarlima
Reumatologista e Médica do Esporte da Clínica Move

Você sabe a diferença entre eletroterapia x cinesioterapia?

A eletroterapia é uma abordagem fisioterápica que visa a analgesia ou o recrutamento muscular, por meio do uso de equipamentos que emitem correntes elétricas, sem trazer risco para a saúde.

Tem como objetivo diminuir a dor, diminuir o processo inflamatório auxiliando a cicatrização e regeneração dos tecidos. Também pode ser usada para facilitar o fortalecimento muscular, por exemplo, em pós-operatórios, onde a ativação estará dificultada.

A cinesioterapia é um conjunto de exercícios terapêuticos realizados sob orientação do fisioterapeuta, visando alongar e fortalecer os músculos, além de reajustar o padrão de movimento do paciente.  É utilizada para prevenir alterações motoras, promover o alívio de dores, corrigir alterações posturais, melhorar o equilíbrio, melhorar a percepção corporal, entre outros benefícios.

Paula Marto
CREFITO: 367654-F
Fisioterapeuta da Clínica MOve

Para saber mais, entre em contato pelo número (11) 3884 4340.

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Acompanhamento especializado para atletas paralímpicos

O esporte paralímpico cresce em nível e exigência a cada ano, e o acompanhamento é essencial para garantir a saúde e a performance dos atletas.

  1. Avaliação personalizada
    Cada atleta tem demandas únicas. O médico do esporte adapta exames e testes à modalidade e às condições específicas do atleta.

  2. Prevenção e tratamento de lesões
    O acompanhamento médico garante estratégias de prevenção e protocolos de recuperação.

  3. Planejamento eficiente
    O médico do esporte elabora planos que equilibrem treinos e descanso, maximizando resultados sem comprometer a saúde.

  4. Nutrição e suplementação
    Demandas específicas são avaliadas por nutricionistas para ajustar dietas e indicar suplementos.

  5. Saúde mental
    A pressão e os desafios do esporte de alto nível exigem atenção à saúde mental. A equipe de psicologia orienta no manejo de estresse e ansiedade.

  6. Classificações funcionais
    O médico ajuda na adaptação às classificações funcionais das competições, garantindo segurança e igualdade.

📞 Entre em contato pelo número (11) 3884 4340 ou pelo nosso whatsapp do site!

A Síndrome Musculoesquelética da menopausa

É comum que mulheres com mais de 40 anos procurem um reumatologista suspeitando de doenças reumatológicas graves ou deformantes. Embora seja essencial excluir essas possibilidades, também é importante considerar causas hormonais, como a síndrome musculoesquelética da menopausa. Um artigo inovador publicado em 2024 no periódico Climatéric introduziu esse termo, destacando a relação entre a queda do estrógeno e uma ampla gama de sintomas musculoesqueléticos, que afetam articulações, ossos, tendões e músculos, atingindo até 70% das mulheres no climatério.

As principais manifestações relacionadas a esta Síndrome são:

  • Dores articulares (artralgia): frequentemente sem alterações estruturais visíveis, mas incapacitantes.

  • Perda de massa muscular (sarcopenia): reduz força e aumenta o risco de quedas e fragilidade.

  • Osteoporose: queda na densidade óssea, aumentando o risco de fraturas.

  • Progressão da osteoartrite: alterações no colágeno e matriz da cartilagem.

  • Lesões em tendões e ligamentos: maior risco de rupturas e condições como capsulite adesiva.

Os possíveis mecanismos envolvidos são:

  • Inflamação: a falta de estrógeno aumenta a liberação de citocinas pró-inflamatórias, exacerbando a dor e o desgaste articular.

  • Sarcopenia:  a redução de células-tronco musculares e piora no metabolismo energético afetam a regeneração e força muscular.

  • Fragilidade óssea: o estrógeno regula a densidade mineral óssea; sua queda leva a um desequilíbrio entre formação e reabsorção óssea.

  • Alterações na cartilagem: o impacto direto do estrógeno na preservação da matriz extracelular se reduz, contribuindo para o desgaste articular.
    A síndrome musculoesquelética da menopausa tem impacto devastador na qualidade de vida e funcionalidade das mulheres. Reconhecê-la possibilita, como médicos, implementar intervenções personalizadas que reduzam o sofrimento e previnam complicações graves, como fraturas e incapacidades funcionais no futuro. A terapia de reposição hormonal, feita de forma correta e orientada pelo ginecologista, associada à prática regular de exercícios e ao uso de suplementos como a creatina,  que são ferramentas fundamentais no combate a esse quadro.

Aqui o link do artigo citado:

Dra. Fernanda Lima
CRM: 62.333
@‌fefarlima
Reumatologista e Médica do Esporte da Clínica Move

O que é Hipercifose Dorsal?

É um aumento da curvatura fisiológica da coluna.

Muitas vezes o motivo da alteração é desconhecido, mas deve-se levar em conta fatores genéticos, osteoporese, lesões na cartilagem de crescimento durante a adolescência e alterações posturais e até mesmo o uso de celular por tempo prolongado.

Essa curvatura pode piorar com o passar dos anos e causar de dores nas costas, levar a deformidade permanente na coluna, e dificuldade de manter o corpo ereto. Além disso, a cifose pode comprometer a respiração por diminuir a expansão pulmonar e a flexibilidade da coluna.
É necessário realizar um exame de imagem para verificar o grau da curvatura da coluna, e iniciar o mais precocemente possível o tratamento clínico que inclui fisioterapia com diversas técnicas e exercício físico orientado individualmente para cada paciente.

Para saber se está com hipercifose veja uma foto sua na lateral e observe se a sua orelha está alinhada com o seu ombro.

Dra. Ana Lucia de Sá Pinto
CRM: 57.296
@‌analuciadesapinto
Pediatra e Médica do Exercício e Esporte da Clínica Move