Fisioterapia para tratamento de lesões

Muitos pacientes ainda resistem em procurar a fisioterapia para tratar lesões musculoesqueléticas.

Esse preconceito acontece por alguns motivos:
– Medo de piorar a dor ao se movimentar (cinesiofobia).
– Crença de que repouso, remédios ou cirurgia resolvem o problema.
– Experiências negativas com fisioterapia passiva.
– Bloqueios emocionais, desmotivação e incredulidade provocados pela dor crônica.

No entanto, atualmente a evidência é clara:
A fisioterapia baseada em exercícios terapêuticos é primeira linha para dor e lesões musculoesqueléticas. Ela reduz as dores, melhora função e acelera o retorno às atividades. Iniciar o tratamento cedo melhora os resultados e evita intervenções invasivas.

Para aumentar a adesão e eficácia do tratamento, é essencial que o fisioterapeuta:
– Tenha o diagnóstico do quadro bem definido
Explique o protocolo e a lógica do tratamento.
– Defina metas claras para cada fase da fisioterapia
– Alinhe, com o paciente, expectativas sobre tempo de recuperação e desconfortos previstos.

Dra. Fernanda Lima
CRM: 62.333
@‌fefarlima
Reumatologista e Médica do Esporte da Clínica Move

Você sabe a diferença entre eletroterapia x cinesioterapia?

A eletroterapia é uma abordagem fisioterápica que visa a analgesia ou o recrutamento muscular, por meio do uso de equipamentos que emitem correntes elétricas, sem trazer risco para a saúde.

Tem como objetivo diminuir a dor, diminuir o processo inflamatório auxiliando a cicatrização e regeneração dos tecidos. Também pode ser usada para facilitar o fortalecimento muscular, por exemplo, em pós-operatórios, onde a ativação estará dificultada.

A cinesioterapia é um conjunto de exercícios terapêuticos realizados sob orientação do fisioterapeuta, visando alongar e fortalecer os músculos, além de reajustar o padrão de movimento do paciente.  É utilizada para prevenir alterações motoras, promover o alívio de dores, corrigir alterações posturais, melhorar o equilíbrio, melhorar a percepção corporal, entre outros benefícios.

Paula Marto
CREFITO: 367654-F
Fisioterapeuta da Clínica MOve

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Acompanhamento especializado para atletas paralímpicos

O esporte paralímpico cresce em nível e exigência a cada ano, e o acompanhamento é essencial para garantir a saúde e a performance dos atletas.

  1. Avaliação personalizada
    Cada atleta tem demandas únicas. O médico do esporte adapta exames e testes à modalidade e às condições específicas do atleta.

  2. Prevenção e tratamento de lesões
    O acompanhamento médico garante estratégias de prevenção e protocolos de recuperação.

  3. Planejamento eficiente
    O médico do esporte elabora planos que equilibrem treinos e descanso, maximizando resultados sem comprometer a saúde.

  4. Nutrição e suplementação
    Demandas específicas são avaliadas por nutricionistas para ajustar dietas e indicar suplementos.

  5. Saúde mental
    A pressão e os desafios do esporte de alto nível exigem atenção à saúde mental. A equipe de psicologia orienta no manejo de estresse e ansiedade.

  6. Classificações funcionais
    O médico ajuda na adaptação às classificações funcionais das competições, garantindo segurança e igualdade.

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A Síndrome Musculoesquelética da menopausa

É comum que mulheres com mais de 40 anos procurem um reumatologista suspeitando de doenças reumatológicas graves ou deformantes. Embora seja essencial excluir essas possibilidades, também é importante considerar causas hormonais, como a síndrome musculoesquelética da menopausa. Um artigo inovador publicado em 2024 no periódico Climatéric introduziu esse termo, destacando a relação entre a queda do estrógeno e uma ampla gama de sintomas musculoesqueléticos, que afetam articulações, ossos, tendões e músculos, atingindo até 70% das mulheres no climatério.

As principais manifestações relacionadas a esta Síndrome são:

  • Dores articulares (artralgia): frequentemente sem alterações estruturais visíveis, mas incapacitantes.

  • Perda de massa muscular (sarcopenia): reduz força e aumenta o risco de quedas e fragilidade.

  • Osteoporose: queda na densidade óssea, aumentando o risco de fraturas.

  • Progressão da osteoartrite: alterações no colágeno e matriz da cartilagem.

  • Lesões em tendões e ligamentos: maior risco de rupturas e condições como capsulite adesiva.

Os possíveis mecanismos envolvidos são:

  • Inflamação: a falta de estrógeno aumenta a liberação de citocinas pró-inflamatórias, exacerbando a dor e o desgaste articular.

  • Sarcopenia:  a redução de células-tronco musculares e piora no metabolismo energético afetam a regeneração e força muscular.

  • Fragilidade óssea: o estrógeno regula a densidade mineral óssea; sua queda leva a um desequilíbrio entre formação e reabsorção óssea.

  • Alterações na cartilagem: o impacto direto do estrógeno na preservação da matriz extracelular se reduz, contribuindo para o desgaste articular.
    A síndrome musculoesquelética da menopausa tem impacto devastador na qualidade de vida e funcionalidade das mulheres. Reconhecê-la possibilita, como médicos, implementar intervenções personalizadas que reduzam o sofrimento e previnam complicações graves, como fraturas e incapacidades funcionais no futuro. A terapia de reposição hormonal, feita de forma correta e orientada pelo ginecologista, associada à prática regular de exercícios e ao uso de suplementos como a creatina,  que são ferramentas fundamentais no combate a esse quadro.

Aqui o link do artigo citado:

Dra. Fernanda Lima
CRM: 62.333
@‌fefarlima
Reumatologista e Médica do Esporte da Clínica Move

O que é Hipercifose Dorsal?

É um aumento da curvatura fisiológica da coluna.

Muitas vezes o motivo da alteração é desconhecido, mas deve-se levar em conta fatores genéticos, osteoporese, lesões na cartilagem de crescimento durante a adolescência e alterações posturais e até mesmo o uso de celular por tempo prolongado.

Essa curvatura pode piorar com o passar dos anos e causar de dores nas costas, levar a deformidade permanente na coluna, e dificuldade de manter o corpo ereto. Além disso, a cifose pode comprometer a respiração por diminuir a expansão pulmonar e a flexibilidade da coluna.
É necessário realizar um exame de imagem para verificar o grau da curvatura da coluna, e iniciar o mais precocemente possível o tratamento clínico que inclui fisioterapia com diversas técnicas e exercício físico orientado individualmente para cada paciente.

Para saber se está com hipercifose veja uma foto sua na lateral e observe se a sua orelha está alinhada com o seu ombro.

Dra. Ana Lucia de Sá Pinto
CRM: 57.296
@‌analuciadesapinto
Pediatra e Médica do Exercício e Esporte da Clínica Move

Os riscos do trabalho noturno para a saúde

É essencial destacar os riscos associados a essa jornada diferenciada e como podemos cuidar melhor de quem enfrenta esse desafio diariamente.

O Trabalho Noturno é uma realidade para muitas pessoas, e embora seja necessário para o funcionamento de diversas atividades, é importante compreender os impactos que essa rotina pode trazer para a saúde física e mental. Ele pode trazer distúrbios do sono, alterações no apetite, alterações hormonais e até mesmo um maior risco de desenvolvimento de doenças crônicas, como diabetes e doenças cardiovasculares.

Além disso, os trabalhadores noturnos podem enfrentar dificuldades em manter uma dieta balanceada e uma rotina de atividades físicas, o que pode contribuir para o ganho de peso e outras complicações relacionadas à saúde.

Se você é um trabalhador noturno ou conhece alguém que trabalha nesse regime, é essencial buscar formas de minimizar os impactos negativos na saúde.

Algumas dicas incluem estabelecer horários regulares de sono, criar um ambiente propício para o descanso, manter uma alimentação equilibrada e realizar atividades físicas mesmo em horários alternativos.

 

Equipe Clínica Move

Para saber mais, entre em contato pelo número (11) 3884 4340 ou fale direto no nosso whatsapp: https://bit.ly/3Co4KaU

Avaliação de Performance Cognitiva na Clínica Move

Como avaliar a Performance Cognitiva e melhorar o seu desempenho no dia a dia?

Corpo e mente em sua melhor performance!

  • Assim como o corpo, nosso cérebro também precisa de cuidados.
  • Atitudes e estilos de vida saudáveis podem melhorar a nossa aptidão cognitiva.

Avalie a sua performance cognitiva para descobrir onde focar seu desenvolvimento. Se você quer ter melhor desempenho no trabalho, estudos e esporte e aumentar a sua qualidade de vida, comece avaliando a sua cognição.

Utilizamos avaliações desenvolvidas por Neurocientistas e estas são adequadas para qualquer pessoa que tenha  interesse tem avaliar e melhorar suas funções cognitivas.

Avaliamos:

  1. Atenção
  2. Tomada de decisão
  3. Qualidade de reação
  4. Controle da Impulsividade

A Clínica Move dispõe de duas maneiras para fazer a avaliacão cognitiva, o COGSCORE 5 e COGSCORE 4. Após a avaliação, identificamos o seu desempenho cognitivo e qual habilidade precisa ser trabalhada por meio de treinamentos.

COGSCORE 5

Avaliação de performance cognitiva em Realidade Virtual.

Essa avaliação promove imersão completa na tarefa em ambiente 3D interativo e dura  40 minutos.

Os resultados são apresentados conforme o desempenho correlacionado com os aspectos  cognitivos:

  • Qualidade de reação
  • Qualidade de tomada de decisão
  • Atenção
  • Controle da Impulsividade
  • Visão periférica

COGSCORE 4

Avaliação de performance cognitiva em Mobile.

Essa avaliação dura cerca de  25 minutos para medir o desempenho cerebral e obter o desempenho frente aos aspectos  cognitivos:

  • Qualidade de reação
  • Qualidade de tomada de decisão
  • Atenção
  • Controle da Impulsividade

Essa ferramenta é indicada para crianças, adultos e idosos, atletas recreativos e profissionais.

Os treinamentos e avaliações são apresentados em um formato interativo e visual, tornando-fáceis de entendê-los.

Você cuidando do corpo e da mente!

Dra. Marina Cecchini – Psicóloga da Clínica Move

Dra. Ana Lucia de Sá Pinto – Pediatra e Médica do Exercício e Esporte da Clínica Move

 

 

 

O que causa a baixa de imunidade?

Quando a imunidade está baixa, nosso organismo nos dá sinais perceptíveis, mas ela pode também estar desequilibrada, dando respostas exageradas como no caso de doenças autoimunes e alergias, qualquer uma destas situações atrapalham as respostas contra os agentes infecciosos, como vírus, bactérias e outros agentes que nos atacam.

Abaixo algumas causas de baixa imunidade:

  • Estresse;
  • Falta de vitaminas e minerais;
  • Uso de drogas e bebidas alcoólicas;
  • Doenças crônicas;
  • Uso de corticoides e imunobiológicos.

O desequilíbrio do sistema imunológico também pode estar acontecendo por hábitos inadequados como a falta de exercício físico regular, alimentação desbalanceada e falta de sono.

Hábitos saudáveis previnem as infecções e mantêm o sistema imunológico equilibrado.

 

Equipe da Clínica Move

Para saber mais, entre em contato pelo número (11) 3884 4340.

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Redução do uso de telas melhora a saúde mental de crianças e adolescentes

Os pesquisadores analisaram dados de 89 famílias com 181 crianças e adolescentes, residentes em 10 municípios da região sul da Dinamarca. O estudo revelou que a redução no uso de telas durante o lazer pode ter um impacto positivo na saúde mental de crianças e adolescentes.

Foi feita uma intervenção de duas semanas em que os participantes reduziram o uso de mídias digitais para menos de três horas por semana. Durante esse período, os dispositivos como smartphones e tablets foram entregues aos responsáveis para garantir a adesão à intervenção.

Os resultados mostraram uma melhora significativa nas dificuldades comportamentais gerais das crianças e adolescentes do grupo de intervenção. As melhorias mais notáveis foram observadas na redução de problemas emocionais e dificuldades com colegas, além do aumento nas interações sociais positivas.

Esses achados sugerem que a redução no uso de telas pode ser uma estratégia eficaz para melhorar a saúde mental de jovens.

Esse resultado positivo corrobora a ideia atual do beneficio que as crianças e adolescentes teriam com a redução do tempo tela.

Importante ressaltar que essa é uma medida barata e que pode ser implementada imediatamente tanto pelos pais diminuindo o tempo de tela em casa, como as escolas proibindo os smartphones nas escolas.

Dra. Ana Lucia de Sá Pinto
CRM:57.296
Pediatra e Médica do exercício e Esporte da Clínica Move
Sociedade Brasileira de Pediatria

Fonte: JAMA Network Open. DOI: 10.1001/jamanetworkopen.2024.19881.

Capsulite Adesiva (ombro congelado)

A capsulite adesiva é caracterizada pela inflamação e contratura da cápsula articular do ombro, resultando em dor e significativa perda de mobilidade articular.

É uma condição autolimitada, geralmente dividida em três fases: fase dolorosa, fase de rigidez, e fase de recuperação.

Os pacientes inicialmente relatam dor difusa no ombro, que tende a piorar à noite e com movimentos específicos. Com o tempo, ocorre uma perda da amplitude articular (ombro congelado), especialmente em abdução e rotação externa. A duração de cada fase pode variar, mas o curso completo da doença geralmente se estende de 1 a 3 anos.

O diagnóstico é clínico, baseado na história do paciente e exame físico, que demonstra limitação ativa e passiva dos movimentos do ombro. Exames de imagem, como ressonância magnética ou ultrassonografia, podem auxiliar no diagnóstico e afastam outras patologias do ombro que também cursam com dor.

O manejo da capsulite adesiva foca na redução da dor e na restauração da mobilidade.
As abordagens terapêuticas incluem fisioterapia (que tem um papel fundamental), medicamentos (para controle da dor), injeções intra-articulares de corticoides guiadas por US, bloqueio do nervo supra-escapular e, em casos refratários, a manipulação sob anestesia ou liberação capsular artroscópica.

A tendência atual é focar no tratamento multimodal, com a combinação de terapias conservadoras e intervenções mais invasivas em casos resistentes ao tratamento conservador. O prognóstico é geralmente bom, com a maioria dos pacientes apresentando recuperação funcional ao longo do tempo.

Dra. Fernanda Lima
CRM: 62.333
@‌fefarlima
Reumatologista e Médica do Esporte da Clínica Move