Os principais desafios no tratamento da Síndrome de Overtraining

  1. Diagnóstico tardio: a SO é frequentemente subdiagnosticada devido à sua baixa incidência e à semelhança dos sintomas com outras condições, como síndrome pós viral, síndrome pós-COVID-19 e síndrome de fadiga crônica.

  2. Multissistêmico e complexo: a SO afeta diversos sistemas do corpo, como o endócrino, nervoso, imunológico e gastrointestinal.

  3. Falta de protocolos padronizados: não há diretrizes amplamente aceitas para o retorno seguro ao esporte ou para evitar recaídas.

  4. Impacto psicológico: a necessidade de cessar o treinamento e lidar com sintomas inexplicáveis pode gerar estresse emocional, ansiedade e depressão nos atletas, dificultando a adesão ao tratamento.

  5. Recuperação prolongada: o tempo de recuperação varia muito entre os indivíduos, podendo levar meses ou até anos.

  6. Risco de recaída: mesmo após a recuperação, há o risco de reincidência caso os fatores desencadeantes não sejam adequadamente gerenciados.

  7. Falta de conscientização: a SO ainda é pouco compreendida por muitos profissionais de saúde e treinadores, o que pode levar a tratamentos inadequados ou à falta de suporte necessário.

Esses desafios destacam a importância de uma abordagem multidisciplinar, com foco na saúde física e mental do atleta, além de maior conscientização sobre a condição entre a comunidade médica e esportiva.

Dra. Ana Lucia de Sá Pinto
Pediatra e Médica do Exercício de Esporte da Clínica Move
CRM:57.296

RQE:50442

RQE:47998

Referencia: Kreher JB, et al. BMJ Case Rep 2025;18:e265066. doi:10.1136/bcr-2025-265066

4 recomendações para evitar ansiedade relacionada à cafeína

A cafeína pode causar ansiedade em adolescentes especialmente quando consumida em doses elevadas ou por indivíduos mais sensíveis aos seus efeitos.

Como a cafeína pode causar ansiedade?

  • Estimulação do sistema nervoso central:
    A cafeína atua como antagonista dos receptores de adenosina, aumentando a liberação de neurotransmissores como dopamina e noradrenalina. Isso pode levar a uma sensação de alerta excessivo, que em alguns casos se manifesta como ansiedade.
  • Doses elevadas:
    Consumos acima de 3 mg/kg de peso corporal podem aumentar o risco de efeitos adversos, incluindo nervosismo, irritabilidade e ansiedade.
  • Sensibilidade individual:
    Alguns jovens podem ser mais sensíveis à cafeína devido a fatores genéticos, idade ou falta de hábito de consumo, o que pode intensificar os sintomas de ansiedade.
  • Interferência no sono:
    A cafeína pode reduzir a qualidade e a duração do sono, o que, por sua vez, pode agravar sintomas de ansiedade e estresse.
  • Recomendações para evitar ansiedade relacionada à cafeína
    • Limitar a dose: consumo máximo de 100mg acima de 12 anos.
    • Evitar consumo excessivo: doses muito altas podem aumentar significativamente o risco de ansiedade.
    • Evitar consumo próximo ao horário de dormir: a cafeína deve ser evitada pelo menos 6 horas antes de dormir para prevenir insônia e seus efeitos sobre o humor.
    • Monitorar sinais de ansiedade: jovens atletas devem estar atentos a sintomas como inquietação, dificuldade de concentração ou sensação de nervosismo após o consumo de cafeína.

Para evitar esses efeitos, é essencial que o consumo seja moderado, individualizado e supervisionado por profissionais médicos e nutricionistas.

Dra. Ana Lucia de Sá Pinto
Pediatra e Médica do Exercício de Esporte da Clínica Move
CRM:57.296
RQE:50442
RQE:47998

Referência: Nutrients 2025, 17, 2194

Riscos associados ao uso de anabolizantes

Os riscos associados ao uso de anabolizantes (esteroides anabolizantes androgênicos, AAS) são múltiplos e afetam diversos sistemas orgânicos. Os efeitos adversos mais relevantes incluem:

Cardiovasculares: aumento da pressão arterial, dislipidemia (elevação de LDL e redução de HDL), remodelamento cardíaco, miocardiopatia, arritmias, aterosclerose acelerada, infarto agudo do miocárdio e morte súbita. Alterações estruturais e funcionais podem persistir após a suspensão do uso.[1][2][3] O American College of Sports Medicine destaca que o uso prolongado pode aumentar o risco de eventos cardíacos graves.[4]

Hepáticos: elevação de transaminases, hepatotoxicidade, colestase, peliose hepática, adenomas e carcinomas hepáticos, especialmente com AAS 17-alfa-alquilados de uso oral.[4][1][5]

Endócrinos e reprodutivos: supressão do eixo hipotálamo-hipófise-gonadal, levando à infertilidade, atrofia testicular, disfunção erétil, ginecomastia em homens e virilização em mulheres (hirsutismo, voz grossa, hipertrofia clitoriana, irregularidades menstruais).[4][6][5]

Psiquiátricos: dependência, alterações de humor (depressão, mania, agressividade, ansiedade), sintomas psicóticos e risco aumentado de suicídio após retirada.[7][4][8][9]

Renais e metabólicos: proteinúria, dano estrutural renal, síndrome metabólica (hipertensão, hipertrigliceridemia, resistência à insulina).[2]

Outros: acne severa, calvície, aumento do risco de infecções por uso de agulhas não esterilizadas (HIV, hepatite B/C), tromboembolismo, alterações cognitivas e comportamentais.[10][4][9]

A gravidade dos efeitos depende da dose, duração e padrão de uso (ex.: “stacking” de múltiplos AAS). Muitos efeitos são potencialmente irreversíveis, especialmente em mulheres e adolescentes.[4] O manejo das complicações é específico para cada órgão afetado e pode exigir abordagem multidisciplinar.

References

  1. Adverse Effects of Anabolic Androgenic Steroid Abuse in Athletes and Physically Active Individuals: A Systematic Review and Meta-Analysis. Mingxing L, Yanfei Y. Substance Use & Misuse. 2025;60(6):873-887. doi:10.1080/10826084.2025.2460986.

  2. Anabolic-Androgen Steroids: A Possible Independent Risk Factor to Cardiovascular, Kidney and Metabolic Syndrome. de Melo Junior AF, Escouto L, Pimpão AB, et al. Toxicology and Applied Pharmacology. 2025;495:117238. doi:10.1016/j.taap.2025.117238.

  3. Anabolic-Androgenic Steroids Among Recreational Athletes and Cardiovascular Risk. Meagher S, Irwig MS, Rao P. Current Opinion in Cardiology. 2025;40(4):221-229. doi:10.1097/HCO.0000000000001235.

  4. Anabolic-Androgenic Steroid Use in Sports, Health, and Society. Bhasin S, Hatfield DL, Hoffman JR, et al. Medicine and Science in Sports and Exercise. 2021;53(8):1778-1794. doi:10.1249/MSS.0000000000002670.

  5. Evaluation of Structural Features of Anabolic-Androgenic Steroids: Entanglement for Organ-Specific Toxicity. Sinha A, Deb VK, Datta A, et al. Steroids. 2024;212:109518. doi:10.1016/j.steroids.2024.109518.

  6. Diagnosis and Management of Anabolic Androgenic Steroid Use. Anawalt BD. The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism. 2019;104(7):2490-2500. doi:10.1210/jc.2018-01882.

  7. Androgen Abuse: Risks and Adverse Effects in Men. Grant B, Hyams E, Davies R, Minhas S, Jayasena CN. Annals of the New York Academy of Sciences. 2024;1538(1):56-70. doi:10.1111/nyas.15187.

  8. The Health Threat Posed by the Hidden Epidemic of Anabolic Steroid Use and Body Image Disorders Among Young Men. Goldman AL, Pope HG, Bhasin S. The Journal of Clinical Endocrinology and Metabolism. 2019;104(4):1069-1074. doi:10.1210/jc.2018-01706.

  9. Doping With Anabolic Androgenic Steroids (AAS): Adverse Effects on Non-Reproductive Organs and Functions. Nieschlag E, Vorona E. Reviews in Endocrine & Metabolic Disorders. 2015;16(3):199-211. doi:10.1007/s11154-015-9320-5.

  10. Anabolic-Androgenic Steroids: How Do They Work and What Are the Risks?. Bond P, Smit DL, de Ronde W. Frontiers in Endocrinology. 2022;13:1059473. doi:10.3389/fendo.2022.1059473.

Dra. Fernanda Lima
CRM: 62.333
@‌fefarlima
Reumatologista e Médica do Esporte da Clínica Move

Fisioterapia para tratamento de lesões

Muitos pacientes ainda resistem em procurar a fisioterapia para tratar lesões musculoesqueléticas.

Esse preconceito acontece por alguns motivos:
– Medo de piorar a dor ao se movimentar (cinesiofobia).
– Crença de que repouso, remédios ou cirurgia resolvem o problema.
– Experiências negativas com fisioterapia passiva.
– Bloqueios emocionais, desmotivação e incredulidade provocados pela dor crônica.

No entanto, atualmente a evidência é clara:
A fisioterapia baseada em exercícios terapêuticos é primeira linha para dor e lesões musculoesqueléticas. Ela reduz as dores, melhora função e acelera o retorno às atividades. Iniciar o tratamento cedo melhora os resultados e evita intervenções invasivas.

Para aumentar a adesão e eficácia do tratamento, é essencial que o fisioterapeuta:
– Tenha o diagnóstico do quadro bem definido
Explique o protocolo e a lógica do tratamento.
– Defina metas claras para cada fase da fisioterapia
– Alinhe, com o paciente, expectativas sobre tempo de recuperação e desconfortos previstos.

Dra. Fernanda Lima
CRM: 62.333
@‌fefarlima
Reumatologista e Médica do Esporte da Clínica Move

Acompanhamento especializado para atletas paralímpicos

O esporte paralímpico cresce em nível e exigência a cada ano, e o acompanhamento é essencial para garantir a saúde e a performance dos atletas.

  1. Avaliação personalizada
    Cada atleta tem demandas únicas. O médico do esporte adapta exames e testes à modalidade e às condições específicas do atleta.

  2. Prevenção e tratamento de lesões
    O acompanhamento médico garante estratégias de prevenção e protocolos de recuperação.

  3. Planejamento eficiente
    O médico do esporte elabora planos que equilibrem treinos e descanso, maximizando resultados sem comprometer a saúde.

  4. Nutrição e suplementação
    Demandas específicas são avaliadas por nutricionistas para ajustar dietas e indicar suplementos.

  5. Saúde mental
    A pressão e os desafios do esporte de alto nível exigem atenção à saúde mental. A equipe de psicologia orienta no manejo de estresse e ansiedade.

  6. Classificações funcionais
    O médico ajuda na adaptação às classificações funcionais das competições, garantindo segurança e igualdade.

📞 Entre em contato pelo número (11) 3884 4340 ou pelo nosso whatsapp do site!

A Síndrome Musculoesquelética da menopausa

É comum que mulheres com mais de 40 anos procurem um reumatologista suspeitando de doenças reumatológicas graves ou deformantes. Embora seja essencial excluir essas possibilidades, também é importante considerar causas hormonais, como a síndrome musculoesquelética da menopausa. Um artigo inovador publicado em 2024 no periódico Climatéric introduziu esse termo, destacando a relação entre a queda do estrógeno e uma ampla gama de sintomas musculoesqueléticos, que afetam articulações, ossos, tendões e músculos, atingindo até 70% das mulheres no climatério.

As principais manifestações relacionadas a esta Síndrome são:

  • Dores articulares (artralgia): frequentemente sem alterações estruturais visíveis, mas incapacitantes.

  • Perda de massa muscular (sarcopenia): reduz força e aumenta o risco de quedas e fragilidade.

  • Osteoporose: queda na densidade óssea, aumentando o risco de fraturas.

  • Progressão da osteoartrite: alterações no colágeno e matriz da cartilagem.

  • Lesões em tendões e ligamentos: maior risco de rupturas e condições como capsulite adesiva.

Os possíveis mecanismos envolvidos são:

  • Inflamação: a falta de estrógeno aumenta a liberação de citocinas pró-inflamatórias, exacerbando a dor e o desgaste articular.

  • Sarcopenia:  a redução de células-tronco musculares e piora no metabolismo energético afetam a regeneração e força muscular.

  • Fragilidade óssea: o estrógeno regula a densidade mineral óssea; sua queda leva a um desequilíbrio entre formação e reabsorção óssea.

  • Alterações na cartilagem: o impacto direto do estrógeno na preservação da matriz extracelular se reduz, contribuindo para o desgaste articular.
    A síndrome musculoesquelética da menopausa tem impacto devastador na qualidade de vida e funcionalidade das mulheres. Reconhecê-la possibilita, como médicos, implementar intervenções personalizadas que reduzam o sofrimento e previnam complicações graves, como fraturas e incapacidades funcionais no futuro. A terapia de reposição hormonal, feita de forma correta e orientada pelo ginecologista, associada à prática regular de exercícios e ao uso de suplementos como a creatina,  que são ferramentas fundamentais no combate a esse quadro.

Aqui o link do artigo citado:

Dra. Fernanda Lima
CRM: 62.333
@‌fefarlima
Reumatologista e Médica do Esporte da Clínica Move

Os riscos do trabalho noturno para a saúde

É essencial destacar os riscos associados a essa jornada diferenciada e como podemos cuidar melhor de quem enfrenta esse desafio diariamente.

O Trabalho Noturno é uma realidade para muitas pessoas, e embora seja necessário para o funcionamento de diversas atividades, é importante compreender os impactos que essa rotina pode trazer para a saúde física e mental. Ele pode trazer distúrbios do sono, alterações no apetite, alterações hormonais e até mesmo um maior risco de desenvolvimento de doenças crônicas, como diabetes e doenças cardiovasculares.

Além disso, os trabalhadores noturnos podem enfrentar dificuldades em manter uma dieta balanceada e uma rotina de atividades físicas, o que pode contribuir para o ganho de peso e outras complicações relacionadas à saúde.

Se você é um trabalhador noturno ou conhece alguém que trabalha nesse regime, é essencial buscar formas de minimizar os impactos negativos na saúde.

Algumas dicas incluem estabelecer horários regulares de sono, criar um ambiente propício para o descanso, manter uma alimentação equilibrada e realizar atividades físicas mesmo em horários alternativos.

 

Equipe Clínica Move

Para saber mais, entre em contato pelo número (11) 3884 4340 ou fale direto no nosso whatsapp: https://bit.ly/3Co4KaU

Avaliação de Performance Cognitiva na Clínica Move

Como avaliar a Performance Cognitiva e melhorar o seu desempenho no dia a dia?

Corpo e mente em sua melhor performance!

  • Assim como o corpo, nosso cérebro também precisa de cuidados.
  • Atitudes e estilos de vida saudáveis podem melhorar a nossa aptidão cognitiva.

Avalie a sua performance cognitiva para descobrir onde focar seu desenvolvimento. Se você quer ter melhor desempenho no trabalho, estudos e esporte e aumentar a sua qualidade de vida, comece avaliando a sua cognição.

Utilizamos avaliações desenvolvidas por Neurocientistas e estas são adequadas para qualquer pessoa que tenha  interesse tem avaliar e melhorar suas funções cognitivas.

Avaliamos:

  1. Atenção
  2. Tomada de decisão
  3. Qualidade de reação
  4. Controle da Impulsividade

A Clínica Move dispõe de duas maneiras para fazer a avaliacão cognitiva, o COGSCORE 5 e COGSCORE 4. Após a avaliação, identificamos o seu desempenho cognitivo e qual habilidade precisa ser trabalhada por meio de treinamentos.

COGSCORE 5

Avaliação de performance cognitiva em Realidade Virtual.

Essa avaliação promove imersão completa na tarefa em ambiente 3D interativo e dura  40 minutos.

Os resultados são apresentados conforme o desempenho correlacionado com os aspectos  cognitivos:

  • Qualidade de reação
  • Qualidade de tomada de decisão
  • Atenção
  • Controle da Impulsividade
  • Visão periférica

COGSCORE 4

Avaliação de performance cognitiva em Mobile.

Essa avaliação dura cerca de  25 minutos para medir o desempenho cerebral e obter o desempenho frente aos aspectos  cognitivos:

  • Qualidade de reação
  • Qualidade de tomada de decisão
  • Atenção
  • Controle da Impulsividade

Essa ferramenta é indicada para crianças, adultos e idosos, atletas recreativos e profissionais.

Os treinamentos e avaliações são apresentados em um formato interativo e visual, tornando-fáceis de entendê-los.

Você cuidando do corpo e da mente!

Dra. Marina Cecchini – Psicóloga da Clínica Move

Dra. Ana Lucia de Sá Pinto – Pediatra e Médica do Exercício e Esporte da Clínica Move

 

 

 

O que causa a baixa de imunidade?

Quando a imunidade está baixa, nosso organismo nos dá sinais perceptíveis, mas ela pode também estar desequilibrada, dando respostas exageradas como no caso de doenças autoimunes e alergias, qualquer uma destas situações atrapalham as respostas contra os agentes infecciosos, como vírus, bactérias e outros agentes que nos atacam.

Abaixo algumas causas de baixa imunidade:

  • Estresse;
  • Falta de vitaminas e minerais;
  • Uso de drogas e bebidas alcoólicas;
  • Doenças crônicas;
  • Uso de corticoides e imunobiológicos.

O desequilíbrio do sistema imunológico também pode estar acontecendo por hábitos inadequados como a falta de exercício físico regular, alimentação desbalanceada e falta de sono.

Hábitos saudáveis previnem as infecções e mantêm o sistema imunológico equilibrado.

 

Equipe da Clínica Move

Para saber mais, entre em contato pelo número (11) 3884 4340.

Ou clique aqui e fale no nosso whatsapp!

Transtornos alimentares em Crianças e Adolescentes

Uma revisão sistemática e metanálise publicada recentemente de 32 estudos, com 63.181 participantes de 16 países diferentes revelou que 22% das crianças e adolescentes apresentam transtornos alimentares. A porcentagem foi ainda maior entre as meninas adolescentes e aquelas com maior índice de massa corpórea.

·         O que estamos fazendo para que as refeições entre familiares e amigos, um momento que deveria ser de prazer e afeto, deixe de ter esse papel?

·         O que estamos fazendo durante as consultas médicas pediátricas para não conseguir orientar os nossos pacientes em relação à importância de uma dieta equilibrada e para tirar o medo que eles têm de ingerir determinados alimentos, como os carboidratos?

·         Por que não conseguimos mostrar para eles que não tem importância comer um doce ou alguma outra coisa gostosa quando estamos com vontade e que não é errado fazer isso?

·         Por que algumas vezes não conseguimos explicar para os pacientes que participam de treinamentos esportivos que, por terem mais músculos, muitas vezes pesam mais que seus amigos que não treinam?

·         Por que não conseguimos ajudá-los a construir uma boa relação com seus corpos, respeitando a individualidade e deixando claro que não tem tamanho, tipo ou peso ideal?

Nós, profissionais da área da saúde, temos uma grande responsabilidade em esclarecer aos nossos pacientes vários conceitos errados que eles nos trazem. É importante abordar todas essas questões durante a consulta para desmistificar padrões de comportamentos e ajudá-los a crescerem e se desenvolverem saudáveis e com mais liberdade.

 

Fonte: JAMA Pediatrics. DOI: 10.1001/jamapediatrics.2022.5848.

 

Dra. Ana Lucia de Sá Pinto

Pediatra e Médica do Exercício e esporte da Clínica Move